Tuesday, 15 July 2025

A Tendência

 Story

Kyllette

Chapter 9

A Tendência

Faz agora trinta e cinco anos que os vampiros de prana podem fazer magia, e isso começou a se espalhar rapidamente. Eautriena, a vampira que criou o método, está famosa; mas, apesar disso, Rha está insatisfeito. Ele sabe que Tempus, sua outra forma que é um vampiro bebedor de sangue, está de volta, e os vampiros estão se organizando, e de uma hora para a outra existe agora uma sociedade vampírica, toda estruturada ao redor da magia de sangue desenvolvida por Eautriena e Dankket, o vampiro que mora com ela (não são um casal).

Assim sendo, Anthonius Iha pede ajuda ao grupo de jogadores.

– Eu chamei vocês para conversar porque tenho uma preocupação profunda – diz a sua forma mortal, mas todos ouvem a voz do deus – Essa vampira desenvolveu um tipo de magia, perigosa, que drena vida para realizar efeitos mágicos; mas eu desenvolvi a cura para o vampirismo, Vikhy é a prova.

– O que você precisa de nós, Erreagá? – foi o Compositor que questionou.

– Preciso da ajuda de vocês para resolver isso, esse método é perigoso.

E foi assim que o grupo se reuniu, mais uma vez. Rha ficou andando, de um lado para o outro, Anthonius é acostumado com isso, mas a jovem princesa Akkia não, ela fica ouvindo músicas que só ela ouve, e o escritório de Anthonius fica cheio de movimento, que só ele é capaz de ver; a não ser quando alguma forma assume a forma física, mas o bruxo já se acostumou com Tempus, uma figura enigmática vestido de preto. Enquanto isso, o grupo, que só está vendo a forma principal dele, sente que tem muito mais para resolver.

Astor era o Diretor de uma escola de magia, a Escola Imperial, mas faz agora vinte e sete anos descobriram o nome mágico dele, e ele foi alvo de magia negra dos piores tipos -- Rha está explicando isso ao grupo.

Ele está internado, em um mosteiro de monges bruxos, desde então.

Também, um detalhe, ele é imortal. Foi o Diretor por cerca de noventa anos, e nós precisamos ajudar ele. Eu, o Deus da Vida, tenho uma cura garantida por semana, mas acredito que vocês vão poder ajudar; ele precisa de nós.

– Tem algum outro problema? – quis saber o Compositor.

– Ukara, tem – diz o deus – Tem, sim; vou deixar vocês verem isso.

Todo o grupo de jogadores, de repente, está observando Valentina, uma duquesa de Tanahta, e ela foi aportada contra a vontade para ir falar com os imortais, os vampiros de seu território, um enorme grão ducado.

Em meio a ameaças, e tom de voz que dava a entender que ela não tinha escolha, Tiaytt o líder, deu a ela nenhuma opção a não ser aceitar que aquele território na verdade estava sob o controle dele, e dos vampiros de Tanahta.

Assim sendo, as linhagens de vampiros comandam a noite.

– A noite é dos monstros – disse Valentina, em tom de sarcasmo.

Ela sabe que os tais monstros são os inimigos dos vampiros.

Depois de aceitar isso, ela foi devolvida ao seu castelo, onde rapidamente reuniu o grupo do zelador, para explicar isso e tudo o que ela sabe sobre os vampiros. A succubus está presente, e o piloto que é caçador de demônios conseguiu brevê.

O Egípcio reúne o grupo, então, para pensar sobre tudo isso.

– Viram? – diz ele – É isso que eu passo meus dias resolvendo, problemas.

Ele explica que a tendência é que isso vai se espalhar pelo universo. Não vai ter um só mundo que não vai ter esse problema, de uma sociedade paralela que na verdade governa, pela ameaça, pela força, uma sociedade medieval de imortais bebedores de sangue.

Agora, é só uma questão de tempo até o problema acontecer.

*

A Hora dos Vampiros

 Story

Kyllette

Chapter 9

A Hora dos Vampiros

Vikhy inclui grupo numa observação.

– Oi, aqui é a Vikhy, de Eaubat – é o que ela diz – Preciso da ajuda de vocês, porque Eautriena vai ser eliminada há trinta e cinto anos, e ela criou um método para que vampiros possam fazer magia; nós precisamos salvar ela.

O tempo parado ajuda, porque todos eles são jogadores.

A bruxa está em casa, meditando, porque precisa para entrar em contato.

Ela cria um elo mental entre todos do grupo.

Há trinta e cinco anos, em uma noite tranquila da cidade de Ollar, em Eaubat, Eautriena está recebendo dois jovens vampýr em casa. Vampýr são vampiros de energia, que vivem do "prana", a "energia do ambiente".

Eautriena é uma filha da noite, que vive do sangue dos mortais, uma vampira.

Assim sendo, ela está há séculos vivendo a parte da sociedade, só o banco sabe que ela é imortal; enfim, bancos sabem de tudo. Ela não tem como esconder dos seus visitantes que está muito feliz de eles terem conseguido aprender a drenar vida para fazer magia, uma técnica que ela criou, para que os vampýr possam se tornar muito importantes na sociedade paralela em que ela e, agora eles, vivem.

A vampira recebe uma caixinha de glube glube deles, que dizem que não é para abrir agora; e foi Redy que incluiu na cena. O Compositor inlcui um bruxo na cena, um observador que está aí para desequilibrar para o lada da vampira.

Redy percebe que o bruxo está aí, e faz ele aportar para dentro da casa e, então, fechar a porta.

A vampira está imediatamente diante dele.

– Eautriena, você iria ser eliminada por caçadores – é o que ele diz.

– Quem é você? – quer saber a vampira, sem demora.

– Eu sou um bruxo – e tentam abrir a porta, que agora está trancada.

Então, Redy sai da visão da vampira, e atravessa a porta.

Ela vê os três caçadores, não é percebida e, então, volta para dentro da casa à visão da vampira.

Todos ouvem a voz de Krunnki: – "Eles vão tentar fugir".

– Muito obrigado! – todos ouvem Vikhy – Esses três caçadores são pegos uma semana depois; deu certo.

O bruxo decide explicar o que é que está acontecendo.

– Eu me chamo Denekias – diz ele – Fiquei sabendo que você tinha criado um método para vampiros fazerem magia, e então resolvi te observar; vi os caçadores, e decidi ajudar.

Eautriena aceita isso, mas decide chamar reforço. A sua linhagem, Collares Brancos, é uma linhagem de líderes, e tudo é feito por telepatia, para garantir que ninguém fique desprotegido; os caçadores são muitos.

Assim sendo, Redy dá a Eautriena a imagem dos três caçadores.

E a vampira vai e guarda a caixinha.

(fim do elo mental)

*

Saturday, 5 July 2025

Blog Entry 4 -- Stay True

 Olla!

E seja bem vindo/a ao meu blog.

Estou muito feliz com o primeiro livro, e o segundo está fechado; tudo o que tem que estar no livro já está lá.

Só tenho que repensar o tamanho do livro, talvez o primeiro capítulo do livro 3 não possa estar no final do 2 porque se não iria ficar enorme, mas acho que é só isso que tenho de fazer pelo livro 2; isso, e revisão né.

Percebi que a palavra "escola" estava em todas as páginas.

Estou fazendo a redação do livro 3, também.

Tem já 15 capítulos decididos, mas vamos ver no que dá.

Todos gostaram de "rakhabeuír", nossa palavra para "beleza" na língua aqui do blog. Agora vamos seguir adiante, com "doch", que é "nunca" -- o som do <ch> é o som do Alemão, e parece com um erre.

Também quero apresentar a palavra "deidhe", que é o verbo "estourar", ou "explodir", e vivas para quem adivinhar de onde veio a idéia.

Não gosto de ficar falando de outros jogos, isso foi só uma brincadeira.

A palavra "bƴric" indica "arma" ou "arrumação", e o sentido correto é definido pelo contexto.

Assim sendo, Ilaendar brinca com os conceitos dependendo disso.

O contexto às vezes é explicado em forma de expressões.

Temos também "buvge" (buw.'gê), que é "pinta", uma "marca na pele"; daí temos "buvvah", que é "influência", e "buvvachamber", que é "influenciador/a", e que guarda alguma semelhança com "buvge".

Queria chamar a atenção para "dolar", que é "normalidade", ou "atualidade", só por causa da semelhança com a moeda. E "dommawidjow", que é "casa de campo", para relembrar "domma", que é "casa".

A nossa língua, aqui do blog, começou em Eaubat. Eaubat é um mundo ediche, mas que não fazia parte da Aliança, de uma galáxia próxima da nossa, e a história continua porque vai para outros mundos, como Arda ("Terra", em Persa), e Tanahta. Tive um contato do mundo de Urgkora, dizendo que eles também querem participar das histórias, e estou planejando essa parte agora. Urgkora foi bombardeado, há 2 mil anos, e teve de ser abandonado, mas agora os bruxos da Aliança estão colonizando; não era um mundo ediche.

Tudo depende, porque Kyllette vai encontrar sua história aos poucos.

Ette, o apelido dele, é um garoto muito jovem, que teve sua família retirada dele porque seus pais se tornaram magos, e era perigoso demais que uma pessoa tão importante fosse educada por pessoas com "pacto", então um bruxo poderoso elimina seus pais. Não é um bruxo qualquer. Ele é uma pessoa de destruição em massa, um conceito do universo de Experiência, nascido em Akkoya, atual Avvoya, na era medieval, quando uma ordem chamada de Segunda Ordem é fundada para proteger as pessoas comuns de pessoas muito poderosas, como Volviah, que aparece no último post da história, o qual descreve porque R-h para o tempo por 11 anos, até celebrar o nascimento de Kyllette, como disseram os fogo-fátuos sobre a lagoa; assim sendo, a fazenda de Fogvilae foi evitada por todo esse tempo, porque o tempo estava parado.

Nada tira o prazer de ler esse post, e vou deixar aí para vocês lerem, quantas vezes quiserem.

Tenho já mais três sessões, ou cenas, que vão ser escritas em breve.

Nós jogamos só um pouco por semana, porque usamos magia para jogar e isso quer dizer que as cenas são demoradas demais. Daí, quando a gente termina uma cena, dá até festa.

Nós jogamos na Galáxia 5e, que é a nossa galáxia, mas algumas cenas podem ser em outros lugares.

Precisamos de um herói, mas você vai perceber que Kyllette não é esse tipo de história. Não tem heróis batendo em monstros, para ficar com o tesouro deles, e aliás, como assim monstros com tesouros?! Isso é pura fantasia.

Nós gostamos de trabalhar com histórias de pessoas, por isso usamos magia para ficar em contato com os jogadores e ativos, usando Flux para nos comunicar, ou mesmo rituais -- por isso, por usar magia de verdade, não é um jogo para o grande público. Não podemos exigir de um grupo toda a maturidade que a magia exige de nós jogadores.

O jogo se chamava Enigma, até que mudei o nome para o nome atual, Experiência.

Xp é um jogo sobre evolução, com o tema Ideais contra a Corrupção, muito presente, e que forma os elos de ligação entre jogadores e ativos, o que só acontece porque existe a Interação, uma descoberta minha durante a época de pesquisa para fazer o jogo. Foram mais de trinta anos de pesquisa, para chegar ao modelo de jogo que nós usamos hoje e, enquanto isso, a Nação da Magia foi fundada, baseada em idéias que eu tinha há mais de quinze anos atrás, e existe primeiro na realidade para depois ser parte da ficção.

Também é o caso de gã-ka, a arte marcial de Avvoya, e que antes se chamava frigã, mas mudou de nome.

Isso é porque "frigã" significa na verdade, "arte marcial", e não podemos usar isso porque existem várias artes, nem mesmo o kung fu possui esse significado, da mesma forma que começamos um cenário cyberpunk aqui, mas tem elementos de ficção e fantasia, então não podemos chamar o nosso estilo de cyberpunk; eu usei temporariamente a definição de "science-fantasy", mas é só inspiração, porque tem elementos mágicos no processo de se jogar, e isso não existe em outros jogos.

Assim sendo, eu criei o "echolá" como uma "escola", ou "língua de escola". A idéia veio de usar Akkia como a língua do blog, mas eu teria que explicar a língua primeiro, então usei o Inglês, mas acabei usando o Inglês como se fosse uma Língua Tópico, o que o Inglês não é. Então, ficou uma língua meio diferente, e que é um pouco mais difícil que a língua que estamos acostumados, enquanto o "Topic English" foi usado porque era para ensinar o que era Tópico para o leitor -- por isso, os novos posts são em Português, evitando isso.

Eu também vou traduzir o blog para Salar e Beurti, com alguns comentários em Egípcio.

Só estou esperando a iniciação funcionar, porque eu sou uma "âncora" de línguas, e é difícil de usar uma língua que eu não conheço perto de mim, por isso está difícil de aprender normalmente por iniciação. Talvez, eu precise mesmo de professor, aula e gramática e de um dicionário, que não existiria sem mim, por isso pode ser mesmo que isso fosse importante, que essas línguas tenham ensino não mágico. Não quero dizer que sou, de alguma forma, um centro de qualquer coisa, mas eu fui importante para essas novas línguas, como no caso do Egípcio, que é uma nova língua e não a que todos estão acostumados, com hieróglifos -- usamos agora o alfabeto latino, também -- mas isso não seria possível sem a ajuda de Toth, o Deus da Sabedoria, que condensou o que eu tinha planejado, usando magia para isso.

O problema é o bloqueio americano das informações na internet.

Sou blogueiro há mais de vinte anos e não sai nada sobre mim, na pesquisa de internet. Não sei usar deep web, nunca usei, acho que a internet precisa de ser reformulada, e as informações precisam ser verificadas de outra maneira, não pode ser um povo único que detém o poder de fazer com que uma pesquisa tenha esse ou aquele resultado, e acho que a solução vai vir em breve.

Também, quando eu falo de "ifu", que significa "comum", é um Nível da língua Akkia.

O Nível indica uma questão de proximidade com o interlocutor.

Você escolhe o nível de abordagem, do (eng) "approach", que vai usar, por exemplo na escolha de pronomes que vai usar. Akkia é "gender sensitive", ou seja, você também escolhe o gênero que vai usar, como você quiser.

Tudo isso são informações em Inglês, que podem se perder no tempo, por isso vou traduzir para Salar e Beurti. Egípcio vai ser usado como queremos entre as pessoas que falam essa língua, mas vou ter que reconstruir alguns posts.

Não basta traduzir, temos que adequar a linguagem aos falantes daquela língua, sem o excesso disso como o fazem os americanos, que jogam fora o livro e reescrevem para o público americano -- Não! Queremos "traduzir", e não reescrever.

Vou escrever os novos velhos posts em breve, aguarde.

Também vou reusar nossos vilões, e vamos sortear quando eles entram em cena no jogo.

Isso porque não temos só heróis e vilões, em Experiência.

Vocês devem ter percebido que Volviah convence o grupo a parar de atacar ele. Isso porque os bruxos e magos estão em guerra, e na realidade, eles estavam mesmo em guerra, faz muito tempo.

Nós usamos "spontaneous code" para gerar as histórias que planejamos, e sorteamos as cenas. Então, apesar de já termos decidido sobre o que é essa história, isso não está cem por cento definido, e pode mudar dependendo dos dados.

Isso me faz pensar, me lembrando de quando jogávamos em Tachipaddas, em Toj, e Tacke era um vilão. Ele fez parte do grupo, em isso acrescentou o ideal de "amizade" aos seus ideais, e assim, ele deixou de ser vilão.

Vocês vão ter lições sobre "wording", que é "como as palavras devem ser usadas", e não apenas aprendidas de maneira mecânica.

É um tipo de conhecimento vivo, e que se adapta a novas realidades.

Quero convidar você para tomar um café e conversar, um dia desses, para falar sobre "wording". Você só vai precisar saber quais os Níveis que deve usar comigo, quando quiser falar em Akkia. Isso, e usando Temas que eu também conheça.

Quem sabe se Tempus aparece para dar algumas informações sobre os vampiros, ou se Akkia aparece para falar sobre as princesas, e você só precisa se aventurar a aprender a língua para chegar nesse nível, além de falar sobre Temas variados, porque não é só o Tópico que é importante.

Viu, que não basta o dicionário para aprender? A gente precisa de professores.

E, no caso de Experiência, nós precisamos dos Mestres.

Não existe o grau de "doutor" na Nação da Magia, mas existe o de "Mestre", e tem toda uma magia relacionada a isso. Não é porque é um pesquisador, apenas; o mestre é um guia, preparado para guiar você até o verdadeiro conhecimento de Interação, de Experiência e de Magia.

Obrigado pelo seu tempo, porque enquanto está lendo aqui, não está lendo em outro lugar.

Siga o blog clicando em "Follow", ou deixe seu comentário se ver alguma coisa que te interessa ou se quiser manter contato.

Eu tenho um lema no blog, que vai sempre para o final do post.

Stay Plugged, Stay True.

Saturday, 28 June 2025

Fogvilae -- A Vila da Névoa

 Story

Kyllette

Chapter 8

Fogvilae -- A Vila da Névoa

Todo o grupo, de repente, estava observando um mesmo lugar.

Era um lugar em uma dimensão fora do padrão, com uma lagoa pequena e luzes flutuando sobre a água. Apesar do tempo estar parado, dava pra ver o nascer do sol depois da casa, as luzinhas estavam se movendo acima da água.

Tinha mato, e um caminho até um pequeno porto, uma tábua, de onde se chegaria ao outro lado da lagoazinha.

O Compositor percebeu que havia o reflexo de uma raposinha na água.

Ninguém queria falar, porque era uma imagem parada, não tinha vento nem barulho; mas identificaram que estavam vendo pelos olhos de uma pessoa, que tinha cerca de um metro e setenta e cinco.

Ellie viu uma pequena coruja, e todos se concentraram nisso, de um momento para o outro.

Alguém teve a idéia de fazer uma magia para mudar o ponto de vista.

Viram um braço com uma varinha se erguer, e apontar para a pequena coruja; então, todos estavam vendo o que a coruja estava vendo.

Eles viram um homem, branco e de cabelos pretos, com roupas de bruxo pretas.

Havia uma raposa depois da árvore, que estava prestes a dizer alguma coisa, mas mais nenhum sinal de pessoas no lugar. Todos sentiram quem eles mesmos eram, mas não sabiam o que podiam fazer ainda. Todos tinham a impressão de que o h0mem estava ali para matar, e L1nk resolveu dizer o que todos perceberam: – "Vai morrer todo mundo!",.. e ele percebe que o homem de preto sabia exatamente quem ele era.

Viram também uma casa de fazenda, depois da lagoa. Há um gigante de pedra, metamorfoseado em árvore, e que iria atacar qualquer invasor que tivesse a ousadia de entrar sem ser convidado.

Mas bem, apesar disso tudo, o tempo estava parado, e só o homem de preto se movia. Sabiam que a coruja podia se mover, mas alguém fez uma nova magia, e o homem de preto lançou uma magia com o feitiço feito.

– Parem de usar magia! – ouviram a voz de Ellie.

Perceberam que a coruja estava parada ali faz vários anos, só que agora o homem sabe que ela está ativa, e sabem quem foi que convidou eles todos a ajudar nessa cena: foi Erre-agá, também conhecido como O Egípcio, que parou o tempo.

O ano é 2020, em que esta cena está acontecendo, parada faz mais tempo. A coruja sabe que o homem está ali faz um ano. Não é muito tempo. Não, se você considerar que tem bem mais tempo que a corujinha está aí.

Eles todos também sabem que O Egípcio quer salvar as pessoas que puder.

O homem de preto está aí para matar, sabem que é isso que ele veio fazer.

Redy pergunta aos fogo-fátuos, as luzes que sobrevoam a lagoa, o que eles estão fazendo, e ouve: – "Estamos aqui para celebrar o nascimento de Kyllette", e Ellie sente arrepios ao saber disso; seu filho, adotado faz pouco tempo, está para nascer.

Alguém fez com que a corujinha chamasse ajuda, outras corujas iriam chegar.

Eles agem, e a coruja é transportada para a casa, entrando pela janela.

Agora eles viram, é a cena de um parto. A mãe está sobre a cama, e uma parteira está trabalhando. É um quarto simples, mas bem decorado; e todos viram uma varinha e um cajado, encostados num canto.

L1nk faz com que a coruja aporte para o outro lado da porta. Depois, eles viram um corredor e uma sala com cozinha. Havia um homem, que deveria estar andando quando o tempo parou, mas agora estava totalmente imóvel.

E foi Redy que descobriu como fazer ele se mover, usando o Fogo Secreto para ativar a consciência do homem; mas Lynk e Kori se reajeitam na visão desse homem, saindo da visão da pequena corujinha.

O homem percebe o que está acontecendo, agindo rapidamente.

– Café, eu preciso de você! – foi o que o pai disse.

Um quadro, de um homem velho e de barba, de repente foi tomado por um espírito, querendo saber o que estava acontecendo.

– Meu filho está para nascer, e eu estou sob ataque; preciso de ajuda – pediu o pai.

O espírito só abaixou o queixo, indo embora para avisar.

Todos ouvem o homem de preto dizer uma magia, e sabem que ele desfez o que a raposinha estava fazendo; depois outra magia, eliminando essa que era uma guardiã daquele lugar, a raposinha.

– Vamos desimobilizar a todos, inclusive o neném! – diz Redy.

A corujinha aporta para o quarto, e o Fogo Secreto dela faz com que o parto recomece. Depois, ela sai pela janela, e vai ver o que tem fora da casa, uma antena de internet, e a porta aberta da casa. A coruja é levada de volta ao lugar de origem, e eles veem o homem de preto chamar o barquinho, depois ergue a varinha soltando um barulho muito alto, como o de uma tuba.

As luzinhas saem de cima do laguinho, e vão para a frente da casa.

O homem de preto entra no barco, atravessando rapidamente o lago. Na casa, o pai vai até o quarto, e fica na porta esperando o invasor. O gigante de pedra assume sua forma, e o homem de preto se torna um raio, indo até o alto do gigante e tirando alguma coisa dele, depois o raio vai até a porta da casa de fazenda -- o gigante se torna árvore novamente, e do meio dos galhos sai um pássaro dourado, que se desfaz no ar.

A magia desse invasor é poderosa, ele transforma a entrada da casa em uma entrada de um abrigo contra bombas, vai até a porta e cria dois filhotes de leão, de uma substância prateada e reluzente -- ele entra.

Eles sabem que ele vai matar a todos, e fazem um contato telepático para facilitar a sua ação defensiva.

O Compositor decide chamar os diretores, eles chegam vendo a sala transformada em uma sala de mansão rica, feita de uma substância emborrachada desconhecida; o quadro na parede não é mais o famoso quadro das fazendas dessa região.

L1nk ataca o invasor, e Kori lê a mente dele: – "Ataquem a mente dele!", é o que ela diz.

De repente, um corpo de raios veio da sala pelo corredor até o pai, e acontece uma cena estranha: o corpo de raios abre a boca do pai, uma mão de homem de preto entra pela goela dele, pegando uma pequena luzinha, que ele destrói.

O pai cai morto no chão, e os diretores atacam; o invasor, agora visível de novo, lança vários movimentos de negação com a varinha, e se vira para a parteira: – "Continue o parto normalmente", é o que ele diz.

L1nk consegue dar um ataque muito importante, que deixa o invasor preso no Branco, mas é uma ilusão. Ali, no Branco, um plano onde tudo o que se vê é branco, o invasor invade a ilusão com sua mente cheia de buracos de memória por causa de muitos e muitos ataques mentais que ele já recebeu, e tortura L1nk e Kori por vinte e quatro horas; de repente, eles estão na cena, novamente.

– Parem de me atacar! – o invasor diz – Eu estou aqui para salvar essa criança; porque, dentro de dois anos, os pais vão fazer pacto, e seria muito perigoso deixar ele ser criado por dois magos com pacto.

O grupo entende, e para de atacar, mas ficam todos com medo de ele matar a mãe depois do parto.

O invasor, então, modifica também o quarto, e todos veem um abrigo luxuoso por dentro; até os diretores param de atacar.

Um grupo de homens, com varinhas à mão, chega; pelo mesmo lugar onde o homem de preto estava parado, mas ficam imobilizados pela magia do Egípcio -- Redy faz a corujinha voar até a frente deles, deixando eles livres para agir.

O invasor usa uma magia, no peito do corpo do pai, e L1nk impede a magia, mas ele diz então: – "Não pode haver corpo. E parem de me atrapalhar! Eu vou salvar essa criança, vocês atrapalhando ou não!", encostando no peito do corpo, que se desfaz apodrecendo com entropia.

L1nk descobre o nome dele: Volviah, era o nome do invasor.

– Volviah! – diz Redy, e a lâmpada do seu quarto explode.

– Volviah! – diz também Ellie, e o vidro da janela do quarto dela se parte.

– Não digam o nome dele! – todos ouvem a voz de Redy, e veem a imagem dela, uma mulher linda com cabelos de fogo – Vamos ver o que ele vai fazer, sabemos que a mente dele é o ponto fraco.

Os homens que chegaram não conseguiram saber a senha para trazer o barquinho de volta.

Estavam lá, parados, sem saber como atravessar a lagoa.

E então, todos ouvem o choro do neném, e a parteira, preocupada, puxa uma bacia para dar o primeiro banho. O invasor para, olhando. A mãe, quase sem saber o que fazer, se enrola nos lençóis para se proteger, olhando para a varinha num canto.

– Você vai viver – diz Volviah, seco – Preciso que alguém tome conta do seu filho, por enquanto, mas se você fizer pacto eu volto e mato você. A parteira entrega o filho à mãe, e o invasor nem se preocupa com ela: – "Não é bruxa", pensa Ellie.

Volviah, então, se apressa para sair dalí, indo para a entrada, ele passa a mão na cabeça de um dos leões prateados, antes de ir para o porto.

– Não façam nada contra ele, se não morre todo mundo – é o que diz O Compositor aos bruxos do outro lado da lagoa.

O invasor atravessa a lagoa, e sai no pequeno porto, uma tábua pequena.

Ele passa por entre os homens que ali estão, sem atacar, ou sem falar mais nenhuma palavra.

Vai até o símbolo de aporte que lá está, e desaparece.

Os bruxos entram no pequeno barquinho, mas nesse ponto a missão já acabou, e todos estão em casa, ou onde estavam antes. O Compositor decide navegar no fluxo, imediatamente, para encontrar seu grupo.

Todos estão conectados pelo fluxo dele, e começam a conversar.

– Gente, eu tenho uma coisa pra dizer,... Essa criança é meu filho adotivo, Ette; eu acabei de adotar ele.

As palavras de Ellie Knox sobre isso fazem todos questionarem o que o invasor queria.

Andando em seu escritório de programador, O Egípcio ouve Volviah.

– Eu não quero morrer – foi o que ele disse.

– Não se preocupe com isso – diz o Deus da vida, tranquilizando o bruxo.

– Ela vai fazer pacto, não vai?

– Vai – diz o deus – depois de quatro anos.

– Então, vou voltar lá e matar ela.

O Egípcio sabe que não tem como impedir ele, mas faz com que os moradores de rua adotem Ette, quatro anos depois. Ele sabe o que aconteceria se a mãe também tivesse morrido, Volviah não tem condições de criar um filho; ele é um guerreiro. A criança cresceria sem saber nada sobre o que era uma família, ter tido mãe foi importante.

Quatro anos depois, Volviah vai enfrentar a mãe, que agora é mago.

Em meio a magias que conjuravam demônios, o bruxo consegue eliminar a mãe, mas Kyllette foge. Agora, um grupo de guardiões da Nação da Magia estuda o que aconteceu, descobrindo que não sabem o que é essa substância emborrachada que Volviah usa para construir.

– Ehr, oi! – diz uma vozinha, no ombro do deus.

– Que foi, sagrada? – responde ele.

– Eu sei o que é isso! É o emborrachado da minha casinha – diz a pequenina.

– Isso mesmo! É uma substância mágica.

– Eu já estudei isso, é feita de quintessência.

– Isso mesmo – diz o deus, pensativo.

Anthonius Iha observa Rha andar para um lado e para o outro, antes de ele dizer, ao parar.

– O jovem foi adotado por Ellie Knox.

Eles veem uma mulher encapuçada balançar a cabeça, afirmativamente.

– Eles salvaram a raposinha – ouve-se a voz dela.

– Eu estou satisfeito – todos ouvem Anthonius, mas é como se ele tivesse dito isso sem ter o que saber que ele está concordando, porque só ele está mesmo vendo todas as suas formas; todos olham para Rha.

– Missão cumprida – diz o deus.

(Fim do Cap 8)

Saturday, 7 June 2025

Blog Entry 3 -- Olla

 Oi!

"Olla!", e Bem vindo/a ao meu blog.

Estou aqui pensando em um monte de outras coisas hoje, e felizmente deu pra salvar o arquivo de Ilaendar, mas estou tendo que refazer o arquivo porque um ano atrás três hackerzinhos zinhos zuaram meu arquivo da língua. O que eles fizeram? Criaram palavras, mudaram significados, mas nada além disso, na época a língua se chamava Origa; depois, virou Slangka -- agora, se chama Ilaendar.

Mas o mais importante do dia de hoje é que vou diminuir o tabaco.

Não quero parar totalmente, mas não vou mais fumar como se não houvesse amanhã.

Essa semana eu incluí algumas palavras, que acho importante explicar.

Tem "rakhabeuír" que é "beleza", mas "rakha" é "bela", no feminino. Para o masculino, usamos a terminação "-mt" de "memt", que é "homem", então fica "rakhamt"; mas o acusativo é no feminino, "rakher", que significa "a bela", "a mais bela".

Acho que, do vocabulário primeiro da língua, há algumas palavras a citar.

Temos "dog" que é "caminhar", e "dogut" que é "reencarnação", para dar o exemplo de como as palavras são formadas, "ut" é "direção"; além de "domma" que é "casa", mas "dommat" é "de jeito nenhum". Assim sendo, as palavras podem ter pequenas variações, mas mudam de significado claramente, e só pra dar mais um exemplo "donut" é "azar", mas é "knut" que é "azaração", para a magia relacionada. Para você ir pegando o jeito, "dosel" é "bateria", mas é "usavu doseltar" que é "carregador" ou "carregar, encher de energia", palavra composta.

Nessa língua, "ar" é "ator" ou "agente", ou também "em, perto de".

A frase que todos querem aprender primeiro, "ah" é "amor", então "ahvvoch deaker" é "(eu) te amo", e perceba que está no tempo não passado, uma declaração de ação, além de derivar de amor, o nome -- e não do verbo "avvar".

Nessa língua, "yka" é "pergunta", e "eattoa" é "resposta".

O planejamento da língua vai passar por uma equipe de criação, que são os jogadores que estão me ajudando a compor as histórias publicadas aqui, mas não deve alterar tanto assim o que já tenho pronto, são mais de 3 mil palavras no arquivo até agora.

Não sei, mas o objetivo é criar palavras para a necessidade do grupo de jogo, e não apenas, porque a gramática também está sendo criada, não é uma cópia do Português (ou do Inglês), não -- isto é, é pra criar tudo.

Outro objetivo é publicar aqui para o grupo de jogo ver a publicação.

Assim sendo, "hoku", ou "obrigado" à equipe de criação.

Essa semana que passou, eu me dediquei a simplificar o esquema de kasus da língua Ilaendar, que terminou com 11 kasus, sendo deles 10 terminações e 1 partícula que fuciona como caso; nada simples de fazer, esse retrabalho.

Também refiz o esquema de pronomes, e ficou com 13 pronomes.

Tem dois artigos, um menos formal e mais usado, "de", e um que passa a idéia de importância do falante, "dha", mesmo demonstrando humildade, e isso faz com que ele seja menos usado -- Não é obrigatório usar artigo.

Espero que esteja gostando da nossa nova língua, Ilaendar.

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Friday, 23 May 2025

O Zelador

 Story

Kyllette

Chapter 8

O Zelador

Era cedo, mas L1nk havia acabado de levantar e já estava cansado.

Acontece que, mais uma vez, sonhou com um espírito na Inglaterra que lhe pedia ajuda; já perdeu a conta de quantas vezes sonhou com ele.

L1nk ativa seu Flux, a procura de uma solução para isso, e encontra Kori.

Ele sente que ela tem poder para fazer o que ele precisa que ela faça.

– "Kori, aqui é uma bruxa wicca", diz a voz, seu telefone – "Precisamos que você faça nosso teste. Achamos que você pode resolver um problema, que é um espírito, um fantasma que está assombrando uma casa, aqui mesmo no subúrbio, London".

– Eh, eu vou ajudar então – responde ela – O que vocês acham que eu preciso fazer?

E foi assim que Kori veio parar nessa casa para essa missão, salvar um fantasma.

A casa é grande, mas o mais importante é que não é limpa usualmente. Tem todo o aspecto de uma casa mal assombrada, e Kori entrou e viu o espírito que estava procurando, indo logo conversar com ele.

– Olá! Você é o espírito que vive nesse lugar – não era uma pergunta.

– "Sim. E você?", perguntou ele, mas as wicca não ouviram.

– Vim ajudar você – diz ela – Você vai ser o zelador.

Kori faz o "bind", uma "ligação", e acha que funcionou.

– Acho que já podemos ir embora – diz a bruxa.

– Você já fez o que lhe ensinamos a fazer?

– Fiz, e agora ele vem comigo para onde eu for, não é isso?

– Isso mesmo – responde a wicca, a mais velha do grupo.

Saíram da casa, entraram no carro, e minutos depois estavam na casa dela. Dentro da casa, Kori vê o zelador; está na sua casa.

– Deu certo – explica ela às outras bruxas – Ele está aqui, mesmo.

Daí, ela ouve um voz, de um homem, mais velho que ela uns anos.

– "Obrigado por salvar ele; ele estava nos meus sonhos há muito tempo", diz a voz.

– De nada – diz a bruxa, com um sorriso lindo no rosto como resposta.

E vai conversar com o zelador, para saber o que ele pode fazer.

*