Olla!
E seja bem vindo/a ao meu blog.
Estou muito feliz com o primeiro livro, e o segundo está fechado; tudo o que tem que estar no livro já está lá.
Só tenho que repensar o tamanho do livro, talvez o primeiro capítulo do livro 3 não possa estar no final do 2 porque se não iria ficar enorme, mas acho que é só isso que tenho de fazer pelo livro 2; isso, e revisão né.
Percebi que a palavra "escola" estava em todas as páginas.
Estou fazendo a redação do livro 3, também.
Tem já 15 capítulos decididos, mas vamos ver no que dá.
Todos gostaram de "rakhabeuír", nossa palavra para "beleza" na língua aqui do blog. Agora vamos seguir adiante, com "doch", que é "nunca" -- o som do <ch> é o som do Alemão, e parece com um erre.
Também quero apresentar a palavra "deidhe", que é o verbo "estourar", ou "explodir", e vivas para quem adivinhar de onde veio a idéia.
Não gosto de ficar falando de outros jogos, isso foi só uma brincadeira.
A palavra "bƴric" indica "arma" ou "arrumação", e o sentido correto é definido pelo contexto.
Assim sendo, Ilaendar brinca com os conceitos dependendo disso.
O contexto às vezes é explicado em forma de expressões.
Temos também "buvge" (buw.'gê), que é "pinta", uma "marca na pele"; daí temos "buvvah", que é "influência", e "buvvachamber", que é "influenciador/a", e que guarda alguma semelhança com "buvge".
Queria chamar a atenção para "dolar", que é "normalidade", ou "atualidade", só por causa da semelhança com a moeda. E "dommawidjow", que é "casa de campo", para relembrar "domma", que é "casa".
A nossa língua, aqui do blog, começou em Eaubat. Eaubat é um mundo ediche, mas que não fazia parte da Aliança, de uma galáxia próxima da nossa, e a história continua porque vai para outros mundos, como Arda ("Terra", em Persa), e Tanahta. Tive um contato do mundo de Urgkora, dizendo que eles também querem participar das histórias, e estou planejando essa parte agora. Urgkora foi bombardeado, há 2 mil anos, e teve de ser abandonado, mas agora os bruxos da Aliança estão colonizando; não era um mundo ediche.
Tudo depende, porque Kyllette vai encontrar sua história aos poucos.
Ette, o apelido dele, é um garoto muito jovem, que teve sua família retirada dele porque seus pais se tornaram magos, e era perigoso demais que uma pessoa tão importante fosse educada por pessoas com "pacto", então um bruxo poderoso elimina seus pais. Não é um bruxo qualquer. Ele é uma pessoa de destruição em massa, um conceito do universo de Experiência, nascido em Akkoya, atual Avvoya, na era medieval, quando uma ordem chamada de Segunda Ordem é fundada para proteger as pessoas comuns de pessoas muito poderosas, como Volviah, que aparece no último post da história, o qual descreve porque R-h para o tempo por 11 anos, até celebrar o nascimento de Kyllette, como disseram os fogo-fátuos sobre a lagoa; assim sendo, a fazenda de Fogvilae foi evitada por todo esse tempo, porque o tempo estava parado.
Nada tira o prazer de ler esse post, e vou deixar aí para vocês lerem, quantas vezes quiserem.
Tenho já mais três sessões, ou cenas, que vão ser escritas em breve.
Nós jogamos só um pouco por semana, porque usamos magia para jogar e isso quer dizer que as cenas são demoradas demais. Daí, quando a gente termina uma cena, dá até festa.
Nós jogamos na Galáxia 5e, que é a nossa galáxia, mas algumas cenas podem ser em outros lugares.
Precisamos de um herói, mas você vai perceber que Kyllette não é esse tipo de história. Não tem heróis batendo em monstros, para ficar com o tesouro deles, e aliás, como assim monstros com tesouros?! Isso é pura fantasia.
Nós gostamos de trabalhar com histórias de pessoas, por isso usamos magia para ficar em contato com os jogadores e ativos, usando Flux para nos comunicar, ou mesmo rituais -- por isso, por usar magia de verdade, não é um jogo para o grande público. Não podemos exigir de um grupo toda a maturidade que a magia exige de nós jogadores.
O jogo se chamava Enigma, até que mudei o nome para o nome atual, Experiência.
Xp é um jogo sobre evolução, com o tema Ideais contra a Corrupção, muito presente, e que forma os elos de ligação entre jogadores e ativos, o que só acontece porque existe a Interação, uma descoberta minha durante a época de pesquisa para fazer o jogo. Foram mais de trinta anos de pesquisa, para chegar ao modelo de jogo que nós usamos hoje e, enquanto isso, a Nação da Magia foi fundada, baseada em idéias que eu tinha há mais de quinze anos atrás, e existe primeiro na realidade para depois ser parte da ficção.
Também é o caso de gã-ka, a arte marcial de Avvoya, e que antes se chamava frigã, mas mudou de nome.
Isso é porque "frigã" significa na verdade, "arte marcial", e não podemos usar isso porque existem várias artes, nem mesmo o kung fu possui esse significado, da mesma forma que começamos um cenário cyberpunk aqui, mas tem elementos de ficção e fantasia, então não podemos chamar o nosso estilo de cyberpunk; eu usei temporariamente a definição de "science-fantasy", mas é só inspiração, porque tem elementos mágicos no processo de se jogar, e isso não existe em outros jogos.
Assim sendo, eu criei o "echolá" como uma "escola", ou "língua de escola". A idéia veio de usar Akkia como a língua do blog, mas eu teria que explicar a língua primeiro, então usei o Inglês, mas acabei usando o Inglês como se fosse uma Língua Tópico, o que o Inglês não é. Então, ficou uma língua meio diferente, e que é um pouco mais difícil que a língua que estamos acostumados, enquanto o "Topic English" foi usado porque era para ensinar o que era Tópico para o leitor -- por isso, os novos posts são em Português, evitando isso.
Eu também vou traduzir o blog para Salar e Beurti, com alguns comentários em Egípcio.
Só estou esperando a iniciação funcionar, porque eu sou uma "âncora" de línguas, e é difícil de usar uma língua que eu não conheço perto de mim, por isso está difícil de aprender normalmente por iniciação. Talvez, eu precise mesmo de professor, aula e gramática e de um dicionário, que não existiria sem mim, por isso pode ser mesmo que isso fosse importante, que essas línguas tenham ensino não mágico. Não quero dizer que sou, de alguma forma, um centro de qualquer coisa, mas eu fui importante para essas novas línguas, como no caso do Egípcio, que é uma nova língua e não a que todos estão acostumados, com hieróglifos -- usamos agora o alfabeto latino, também -- mas isso não seria possível sem a ajuda de Toth, o Deus da Sabedoria, que condensou o que eu tinha planejado, usando magia para isso.
O problema é o bloqueio americano das informações na internet.
Sou blogueiro há mais de vinte anos e não sai nada sobre mim, na pesquisa de internet. Não sei usar deep web, nunca usei, acho que a internet precisa de ser reformulada, e as informações precisam ser verificadas de outra maneira, não pode ser um povo único que detém o poder de fazer com que uma pesquisa tenha esse ou aquele resultado, e acho que a solução vai vir em breve.
Também, quando eu falo de "ifu", que significa "comum", é um Nível da língua Akkia.
O Nível indica uma questão de proximidade com o interlocutor.
Você escolhe o nível de abordagem, do (eng) "approach", que vai usar, por exemplo na escolha de pronomes que vai usar. Akkia é "gender sensitive", ou seja, você também escolhe o gênero que vai usar, como você quiser.
Tudo isso são informações em Inglês, que podem se perder no tempo, por isso vou traduzir para Salar e Beurti. Egípcio vai ser usado como queremos entre as pessoas que falam essa língua, mas vou ter que reconstruir alguns posts.
Não basta traduzir, temos que adequar a linguagem aos falantes daquela língua, sem o excesso disso como o fazem os americanos, que jogam fora o livro e reescrevem para o público americano -- Não! Queremos "traduzir", e não reescrever.
Vou escrever os novos velhos posts em breve, aguarde.
Também vou reusar nossos vilões, e vamos sortear quando eles entram em cena no jogo.
Isso porque não temos só heróis e vilões, em Experiência.
Vocês devem ter percebido que Volviah convence o grupo a parar de atacar ele. Isso porque os bruxos e magos estão em guerra, e na realidade, eles estavam mesmo em guerra, faz muito tempo.
Nós usamos "spontaneous code" para gerar as histórias que planejamos, e sorteamos as cenas. Então, apesar de já termos decidido sobre o que é essa história, isso não está cem por cento definido, e pode mudar dependendo dos dados.
Isso me faz pensar, me lembrando de quando jogávamos em Tachipaddas, em Toj, e Tacke era um vilão. Ele fez parte do grupo, em isso acrescentou o ideal de "amizade" aos seus ideais, e assim, ele deixou de ser vilão.
Vocês vão ter lições sobre "wording", que é "como as palavras devem ser usadas", e não apenas aprendidas de maneira mecânica.
É um tipo de conhecimento vivo, e que se adapta a novas realidades.
Quero convidar você para tomar um café e conversar, um dia desses, para falar sobre "wording". Você só vai precisar saber quais os Níveis que deve usar comigo, quando quiser falar em Akkia. Isso, e usando Temas que eu também conheça.
Quem sabe se Tempus aparece para dar algumas informações sobre os vampiros, ou se Akkia aparece para falar sobre as princesas, e você só precisa se aventurar a aprender a língua para chegar nesse nível, além de falar sobre Temas variados, porque não é só o Tópico que é importante.
Viu, que não basta o dicionário para aprender? A gente precisa de professores.
E, no caso de Experiência, nós precisamos dos Mestres.
Não existe o grau de "doutor" na Nação da Magia, mas existe o de "Mestre", e tem toda uma magia relacionada a isso. Não é porque é um pesquisador, apenas; o mestre é um guia, preparado para guiar você até o verdadeiro conhecimento de Interação, de Experiência e de Magia.
Obrigado pelo seu tempo, porque enquanto está lendo aqui, não está lendo em outro lugar.
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Eu tenho um lema no blog, que vai sempre para o final do post.
Stay Plugged, Stay True.
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