Friday, 23 May 2025

O Zelador

 Story

Kyllette

Chapter 8

O Zelador

Era cedo, mas L1nk havia acabado de levantar e já estava cansado.

Acontece que, mais uma vez, sonhou com um espírito na Inglaterra que lhe pedia ajuda; já perdeu a conta de quantas vezes sonhou com ele.

L1nk ativa seu Flux, a procura de uma solução para isso, e encontra Kori.

Ele sente que ela tem poder para fazer o que ele precisa que ela faça.

– "Kori, aqui é uma bruxa wicca", diz a voz, seu telefone – "Precisamos que você faça nosso teste. Achamos que você pode resolver um problema, que é um espírito, um fantasma que está assombrando uma casa, aqui mesmo no subúrbio, London".

– Eh, eu vou ajudar então – responde ela – O que vocês acham que eu preciso fazer?

E foi assim que Kori veio parar nessa casa para essa missão, salvar um fantasma.

A casa é grande, mas o mais importante é que não é limpa usualmente. Tem todo o aspecto de uma casa mal assombrada, e Kori entrou e viu o espírito que estava procurando, indo logo conversar com ele.

– Olá! Você é o espírito que vive nesse lugar – não era uma pergunta.

– "Sim. E você?", perguntou ele, mas as wicca não ouviram.

– Vim ajudar você – diz ela – Você vai ser o zelador.

Kori faz o "bind", uma "ligação", e acha que funcionou.

– Acho que já podemos ir embora – diz a bruxa.

– Você já fez o que lhe ensinamos a fazer?

– Fiz, e agora ele vem comigo para onde eu for, não é isso?

– Isso mesmo – responde a wicca, a mais velha do grupo.

Saíram da casa, entraram no carro, e minutos depois estavam na casa dela. Dentro da casa, Kori vê o zelador; está na sua casa.

– Deu certo – explica ela às outras bruxas – Ele está aqui, mesmo.

Daí, ela ouve um voz, de um homem, mais velho que ela uns anos.

– "Obrigado por salvar ele; ele estava nos meus sonhos há muito tempo", diz a voz.

– De nada – diz a bruxa, com um sorriso lindo no rosto como resposta.

E vai conversar com o zelador, para saber o que ele pode fazer.

*

Wednesday, 21 May 2025

Sobre o que Acontece

 Story

Kyllette

Chapter 8

Sobre o que Acontece

Valentina está em seu castelo.

A Região das Ruínas ocupa uma grande parte da área central do Grande Continente, de Tanahta, e foi para onde todas as relíquias foram movidas quando foi feita a terraformagem da raça tyke, os reptilianos.

Entra um vento suave, mas frio, pela janela de alumínio transparente.

A nobre bruxa decide o que vai fazer.

Entra em contato, usando O Olho e A Voz, capacidades de jogadores como ela, com a succubus que é do grupo do zelador.

Ela explica como fazer magia à vampýr, como se fosse bruxa.

– ,... e você faz entrar a energia vital pelo plexo solar, depois aponta a varinha e fala o feitiço em voz alta – diz – Hmmmh,... são cinco ações: marcar a planta, drenar a energia vital, selecionar o alvo do feitiço, e então, dizer em voz alta e atirar; é, são cinco. Só tem jeito de fazer isso com treinamento, e pessoas sem treinamento não vão conseguir fazer essa magia.

– Você foi uma grande ajuda, Valentina; ah, e estamos trabalhando na Região.

– Obrigado – agradece a nobre – Bom, você vai perguntar se isso pode causar mal a pessoas,... pode. Faça isso com plantas, e não com pessoas.

O ano é 5231 –– a succubus testa várias vezes, até exaurir as plantas de sua casa.

Aosila decide comprar uma varinha, testa usando uma árvore, e funciona.

– Sáwwaba! – e cai um raio, ela achava que seria da ponta da varinha.

Então, ela decide convidar os vampiros de energia de Tanahta a testar, chamando eles para a escola de magia de Valentina.

Até todos aprenderem e testarem, um mês se passa.

Depois disso, Aosila recebe um aviso dos bruxos, e vai até um vidente. Ele prevê o envolvimento de um demônio muito poderoso na história da vampýr, revelando que é um demônio que está há setecentos anos manipulando a história da raça ediche, mas não conseguem localizar ele. Aosila vai ter que encontrar um hierofante, é o que ela tem de fazer.

Valentina está vendo isso, e esconde essas informações, exceto da succubus e do vidente.

A nobre decide avisar O Egípcio disso que ela descobriu. Ela entra em sintonia, e descobre que O Compositor está vendo, e também estão vendo Ellie e o Ette, que começam uma conversa.

– Eu sei – diz o Ette – Você é uma jogadora.

– Pera aí,... pera aí,... – interrompe a mãe, e o Ette sente a temperatura da pele dela se modificar; ela está assustada – Quer dizer que meu filho, de cinco anos de idade, sabe desse segredo meu, um segredo que não é simples, e nem eu sei explicar?!

– Sei – diz o garoto – Eu me chamo Kyllette, mãe; e essa é a minha primeira vida.

– Você também sabe que existem vidas passadas (!),...

– É, e sou eu que vai encontrar o herói que vai enfrentar o demônio.

– Você sabe o que tem de fazer? – ela aceita, e questiona.

– Sei sim, mãe: eu tenho que ensinar o novo herói.

*

O que fazer, Astrid

 Story

Kyllette

Chapter 8

O que fazer, Astrid

O que tinha na câmera?

Astrid tem as memórias do caçador de Berlin, mas sabe que tem uma coisa errada nisso, que não consegue saber o que é.

São caçadores da linhagem dos Brown, antigos Brauna, e ela sabe só que eles são uma linhagem velha. Aprendeu a ver o que eles mandam de mensagens pelo livro. Não era tão difícil, só precisa saber Alemão.

Mesmo assim, ela decide fazer uma história solo.

Não quer avisar outros sanguinius do que está acontecendo, mas sabe que vai ter de se explicar ao Líder da cidade de London, e vai ter que contar com a ajuda de outros Collares Brancos; não quer dividir o que descobriu com os Nosferatu, e os outros.

Ela sabe que os Brown estão monitorando os imortais de todo o mundo, agora com essas novas tecnologias, câmeras e gravações.

O alvo deles são só os anciões, mas todos serão monitorados, e eles agora tem um site -- brown.org é o site.

Daí, Astrid decide fundar um site, ourblood.org é o nome, para centralizar as ações, e convida alguns dos imortais que ela conhece, todos eles ricos como ela mesma, ou acostumados a beber sangue só de vez em quando. Visto isso, surge a idéia de pedir doadores, e garantir o anonimato deles.

O ano é 2001, Kori anota em seu grimório.

Ela não sabe muito de computadores, então pede seu grimório para lhe ensinar.

Decidiu ajudar essa vampira a enfrentar esse problema.

*

Tuesday, 6 May 2025

Blog Entry 2 -- A Língua

 Hello!

Eu sou Sol Cajueiro e este é o meu blog.

Seja bem-vindo/a a ler.

Eu posso dizer agora que eu sei o que fazer nos romances, apesar de ter criado alguns personagens difíceis de fazer a história deles; mas bem, está tudo certo e os heróis vão ter muito trabalho.

Uma vez perguntei a um amigo que é ator, se eu deveria ter dó dos meus personagens.

E ele disse que eu "[Você] deveria era ter dó dos atores".

Mas então? O dicionário de Akkia está pronto.

Isso quer dizer que eu já digitei todas as palavras que eu planejei.

Não quer dizer que o dicionário não vai mais ter atualizações.

As últimas palavras foram de política, ciência e gíria -- ah, e nomes próprios.

Também estou tentando fazer a Story aqui fazer sentido.

Não se esqueça de que eu não sei o final também, porque eu preciso do resultado dos dados para saber qual é a continuação.

Tem um jogador que quer jogar presencial, nós atualmente jogamos usando magia.

Mas então? Não é a mesma coisa que cinco pessoas ao redor de uma mesa, e não tem o "feeling" do jogo presencial, que eu joguei por trinta anos; eu não jogo presencial faz agora cinco anos, e jogar online é horripilante.

Tivemos observadores, nas últimas sessões de jogo.

Eu tive que explicar que se você considerar D&D como referência, ou seja, cinco ou seis pessoas ao redor de uma mesa, movendo miniaturas e jogando dados, então o jogo que eu criei não é um RPG. Não tem nada a ver com aquele jogo. Nada, mesmo.

Mas o RPG evoluiu muito nos últimos anos.

Eu estou a procura de um novo nome para a língua desse projeto, porque Slangka lembra Inglês e eu não quero isso.

A língua também já teve o nome de Origa, mas eu mudei.

Tenho um nome de língua que eu não ia mais usar, Ilaendar é interessante agora. Seria o nome da língua dos imortais, mas eu abandonei a língua porque eles disseram que não queriam uma língua.

Ainda não sei qual nome vou usar para essa língua.

Temos 2 artigos: 1. de: é indicativo e sem gênero, e 2. dha: formal, indicativo e sem gênero, que passa uma importância do falante.

Estamos em um "dostrok" (mundo) muito singular e estranho.

Temos ainda que definir o "dragar", o povo, que vai falar essa língua, a qual deve ser criada para este blog. Também expliquei sobre Akkia, durante algum tempo, mas as anotações estão em Inglês, e digamos isso, vai dar muito trabalho para traduzir.

A palavra "ghrúpa", ou grupo, deve ser usada para indicar as pessoas que jogam o jogo.

E "ireatrys" é a formalidade que isso merece ter, digamos, para publicar no blog.

O "otjira lempig" necessário, ou engajamento no trabalho, nós temos.

Viram? Já temos mais de quatro mil palavras, mas nenhuma publicação, por isso vamos aqui apresentar essas palavras em contexto para você aprender. O fato é que ainda não temos um "povo" que vai falar essa língua, uma vez que os imortais não querem língua e as princesas já vão ter Akkia porque são princesas bruxas, então fica difícil de definir quem serão os falantes; mas vou discutir isso com a equipe de criação.

Dito isso, nós incentivamos os grupos a publicar.

A magia desse universo só acontece quando você tem intensão de publicar.

O "minguatora", ou inconsciente coletivo, faz isso funcionar.

Isso não é exatamente "kogi", ou grátis, porque tem todo o esforço do mestre e do grupo para que a "nayyad", ou lenda, tenha aí o seu lugar. Aqui, como tratamos de lendas, o "kiekksu", ou o espiritual, a realidade, também deve ter o seu lugar.

Todas essas palavras são exemplos, para que o grupo leia e use.

Vou começar o Conlang Wars, e que assim seja.

Não sei quais são os blogs em que os grupos estão publicando suas histórias e línguas. Aqui, essa língua que ainda não tem nome vai ser o centro das atenções, mas tenho a missão de descobrir quem são os falantes dessa nova língua.

Isso é uma questão de tempo, "yohorung heg", mas vamos lá.

Vou começar a fazer, além da história, posts sobre a língua.

Sinta-se livre para comentar se ver alguma coisa que goste, ou mesmo que seja só para manter contato; ah, e se te interessar, clica no Seguir, mesmo eu sabendo que muitos não clicam porque não querem aparecer, então mantenha nos atalhos aí.

Stay Plugged, Stay True.