A história não tinha nome, mas depois ganhou o nome de Toj-éc.
E foram quatro anos de jogo, e o mundo de Toj ainda estava se formando na minha mesa de jogo. Eu tive de guardar vários personagens para depois, porque nós estávamos usando um outro sistema de regras, que priorizava o combate, e vampiros eram inimigos, então eu guardei os vampiros que tinha em mente para criar uma nova história depois dessa.
A Imperatriz Raýla era uma dessas vampiras, do Império de Abbas, que faz fronteira com Tachipaddas e o Egito.
O grupo de personagens que se reuniu era singular: uma princesa elfa monge, uma besta bárbaro, um feiticeiro (só porque era mais fácil não precisar decorar Magia todos os dias), um clérigo, e enfim, um paladino.
A monge encontra o bárbaro no final de um deserto, e descobre que ele atravessou um deserto com um cantil e uma faca. Eles se tornaram melhores amigos, que andaram juntos desse momento em diante.
O clérigo se uniu a eles, e o feiticeiro também, para salvar o império chamado de Nove Reinos.
No alto das montanhas que circundavam Nove Reinos, havia uma cidade chamada Valor, A Cidade de Prata, que ganhou este nome porque o Dragão de Prata deste mundo era a montaria da Deusa da cidade, Vulcana, ou Vulkyr, dependendo do dialeto.
Os valorianos eram todos paladinos, mas tinham medo do Mal do mundo.
Um dia, um valoriano, que depois ganha o nome de Baltyr, decide ajudar a salvar Nove Reinos, e faz contato com o clérigo Keogh, e começa a andar com o grupo que estava "limpando" toda a região.
Eles encontram as ruínas de Sama, e Ryklant, cidade da Academia da Magia, da Política e do Poder, se torna a sede do império que este grupo ajudou a formar, antes e depois da Guerra contra Pan, que estava enviando demônios para dominar "Este Mundo", Toj-éc.
Também participaram da história uma druida do norte e um feiticeiro dos Nove Reinos.
Eram noites e noites de combates, ou contra o tipo de criatura mais comum de Toj, que eram neutras em sua maioria, ou contra demônios, naturalmente maus. Não gosto dessa classificação, mas o grupo queria aquele sistema, então fazer o que.
E então, começou a guerra, e vieram criaturas espaciais chamadas Gogs, que eram feitas de vazio e sombra. Me lembro até hoje do "pote do dedo", quando o paladino convence o grupo para ir ver como os gogs lutavam, e o bárbaro pede a espada do clérigo, corta o dedo e diz -- "Se eu morrer, você me ressuscita!", e foi mesmo o que aconteceu.
A história parou porque perdemos o controle do jogo, o sistema era desbalanceado, e os personagens se tornaram super heróis medievais quando alcançaram o décimo oitavo nível, mais ou menos.
Dei um final para a história, e você vai ver Toj várias vezes em textos no blog.
Depois que a Deusa de Valor perde seus poderes, e a cidade de Valor é destruída, Ambar, a Deusa da Magia, teoriza sobre uma "arma secreta" de Pan, e convence a Deusa da Morte, Efemmera, do seu plano para destronar o Deus terrível que controlava Toj e outros dez mil mundos.
O grupo é chamado para servir como generais na guerra, e Efemmera marca Pan para morrer.
Pan, muito cheio de si, resolve atacar a Deusa da Morte, e Ambar dá poder a um demônio qualquer que, na esperança de deixar de ser demônio, ataca Pan, e o fere mortalmente; e foi assim que Ambar pegou a "arma secreta", A Pena.
Não era uma pena qualquer, mas sim A Pena de um anjo, com a qual Ambar começa a reescrever a Realidade.
E assim sendo, Pan morre, mas a Morte também; mas Ambar traz ela de volta.
Este demônio que ataca e mata Pan se chamava Trisebus, e foi transformado em um Deus dos Infernos.
Na hora em que isso tudo acontece, o Deus da Energia Negativa dos mundos Trikumai, que destruiu Valor, aparece.
Baltyr, montado em Asche, o Dragão de Prata, mata este Deus vingando assim a sua cidade, destruída por ele. Vulkyr recupera seu poder, mas decide que nunca mais vão ter medo do Mal do mundo.
Krunnki foi responsável por manchar o chão de sangue de demônios.
A elfa, Ayya, conhece o rei que está fundando Ryklant, se apaixonam, e se casam.
Sabe-se que Ambar está amaldiçoada, para morrer quando terminar de escrever.
O grupo se tornou um grupo de santos, exceto pelo feiticeiro e pela elfa, daí o nome O Santo Grupo, que vem a ser importante no estudo de história da Galáxia 5e, a mesma galáxia de Arda, a nossa Terra.
São Krunnki tem um dia, e o Dia de São Krunnki é um dia para se fazer sexo e comer banquetes, o que lança alguma dúvida sobre ele ter se tornado santo de verdade.
Este foi o final da história, ou "Toj-éc".
Obrigado por ler.
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