Thursday, 27 March 2025

Clica no Seguir, aí

 Hello!

Seja bem vindo/a ao meu blog.

Hoje eu estava repensando a história, e vou fazer alguns testes com dados e cartas pra saber pra onde vai a história, porque em nosso jogo ela não está totalmente nas mãos do Mestre; na verdade, um dos jogadores, o L1nk tem o macguffin Cena e pode criar cenas. Isso é usado, em Experiência, para ser justo com os jogadores. Tem dois personagens, agora, que vão ter ficha, então vou me dedicar a eles em breve.

Vi que vocês estão lendo, mas não seguem o blog.

Clica ae, no Seguir! A idéia é exatamente pra saber quem está lendo. Isso me ajuda a ter forças pra continuar. Eu não vou parar! Não se preocupe com isso.

Tenho muitos anos de blogs, e comecei no Multiply há mais de vinte anos.

Depois migrei aqui para o Blogger.

Eu não estou totalmente satisfeito com o Tema que estou usando.

O que você acha? Eu deveria mudar o Tema? Ou manter?

Minha grande questão está em que eu gosto da fonte que é usada nesse Tema.

Eu devo agora me concentrar em armar a história.

Não tem como contar uma boa história sem um bom vilão, e apareceram os demonistas, em Eaubat e Tanahta, durante o jogo. Nós fazemos testes com dados, para saber para onde vai a história, mas demonistas são uma boa opção para vilões.

Tal como em Arda, em Tanahta está sendo criado o Inferno.

Tanahta apareceu em minhas histórias há uns vinte anos atrás, quando eu descobri a superraça ediche, nossa raça. Ediche, agora, é também uma língua; mas eu não vou criar a língua, e se for usar vou usar o que eu sei sobre Avvoya, enfim, é a língua de Avvoya.

Avvoya mudou de nome, antes era Akkoya.

E, antes antes, era Toj, que era uma palavra que significava "o mundo".

Mas bem, Avvoya fundou a Aliança, é mérito deles.

Eu me lembro, até hoje, da reação do jogador de Hadesh, quando ele leu um livro demonista que sabia que ele estava lendo. O livro ameaçava ele, dizendo que os demonistas estavam sabendo que ele estava lendo e viriam atrás dele.

Tacke foi desafiador, um "Professor" (Classe) que inicialmente queria Poder, e só isso, mas fez amizade com o grupo e começou a lutar por Amizade, um ideal positivo que está presente em personagens bons, com muita frequência.

Agora o desafio é contar a história do Ette, mas ele é muito jovem para contar uma história difícil de carregar.

Assim sendo, vou deixar o baralho escolher para onde vai a história dele.

Eu uso um baralho comum para fazer a leitura. Em outras palavras, só os arcanos menores. E uso A Origem, que são os números de zero a nove de Experiência para dar significado ao que está sendo mostrado pelo baralho.

Também estou a espera de saber Beurti.

O nome da língua mudou, e eu acho que ficou mais bonito.

Isso me lembra de mudar a tag dessa língua,...

Akkia está indo bem, agora estou me dedicando a palavras clássicas e gíria.

Tem gíria para a maioria das situações de uso da língua.

Interstaelar e Slangka estão indo, não tão rápido quanto Akkia.

Não vejo muitas situações de uso da língua nos romances.

Vou usar principalmente como línguas código, que os personagens vão usar quando querem privacidade. Mais que em diálogos importantes, como eu fiz no primeiro livro, mas não vou explicar como é porque é spoiler.

Também estou esperando pela iniciação em Salar.

Acho muito interessante isso de línguas mágicas, que a gente aprende sem precisar de gramática e dicionário.

A vida inteira eu me afeiçoei a gramáticas, gosto muito desse tipo de livro.

Eu estava discutindo com a nobreza sobre aprender a língua, e usar.

Teve até a opinião de dois falantes, que não queriam que Salar fosse usada em romances; mas, um nobre veio dar sua opinião, contrariando o que os dois falantes estavam dizendo antes disso -- eu quero parar de usar Português no meu dia a dia.

Tenho várias opções de língua, como o Ediche, por exemplo.

Disseram que a Internet se modificou, mas eu perdi o hábito de fazer pesquisa; talvez, agora, eu volte a navegar. Nunca entrei na DeepWeb, e só sei como é porque me contaram como era; eu tenho ciência de que não posso pesquisar meus nomes de personagem na internet, se não perderia eles.

Tenho só que saber quais nomes não podem ser usados.

Dois personagens que estava apresentados no início da história agora estão em minha mente, Achpdor e Valdyr.

Acho que vou me concentrar neles, mas depende de jogo, e dos dados.

Não tenho como saber claramente o que vai acontecer.

Agora vou ficando por aqui, para deixar a vocês um sinal verde, clica no Seguir, e vamos fazer história.

Comente, se ver alguma coisa que goste, ou só para manter contato.

Stay Plugged, Stay True.

Kyllette

 Story

Kyllette

Chapter 7

O Ette

Ellie está ansiosa; ela vê que somente uma pessoa está lhe observando, e percebe o deus egípcio. Ela decide ligar para o seu namorado, o professor de uma escola de magia que ela conheceu, eles até tiveram a bênção para namorar dada por um apu.

– Eu quero adorar um menino de rua que conheci – diz Ellie.

– Tudo bem, eu já disse que concordo; mas não quero meu nome envolvido.

– Vou adotar ele com o meu nome, então – conclui.

O menino tem cinco anos. O nome dele é Ette, mas Ellie quer mudar o nome.

A bruxa está ouvindo a voz da Morte lhe orientando, e foi ela que disse onde Ette estava, além de cuidar de todos os detalhes. Ellie tem um filho, que nasceu na Espanha, então ela é espanhola. Ele se chama Albert, tendo sete anos.

Enquanto isso, em Tanahta, Valentina acorda encolhida num canto.

– Consegui! – ela ouve uma voz, a voz de seu patrono.

Ela decide se levantar, vai até seu apotecário e pega um frasco pequeno – "Fluxo",... pensa ela.

Anthonius está fazendo seu café, de cafeteira, quando ouve a voz dela.

– "Rha, aqui é a duqueza Valentina Dukat, de Tanahta", ela diz – "e estou com problemas".

Anthonius vê a sua forma de deus egípcio lhe dizendo: – "É ela mesma".

Valentina, então, vê Anthonius pensativo, ela não sabe se apressa ele.

– Qual é o problema?

– Hoje eu fui observada por um homem, que tentou me dar ordens; eu não aceitei, e fui torturada – diz a nobre – Agora, tomei fluxo para te contactar, porque passei várias horas tendo alucinações, até que meu "patrono" conseguiu me trazer à realidade novamente.

– Você tem um "patrono"?

– Não posso falar sobre ele,... O que pode ser feito?

– Estou aqui, pensando – Anthonius termina de fazer seu café, e vai para seu escritório; chegando lá, ele continua – O que você descobriu sobre ele?

– Nada, só sei que ele é um demonista.

– Tanahta tem Inferno?

– Não, isso é uma lenda de outros mundos.

– Vamos criar o Inferno, no seu mundo. Em Arda, deu certo, e todos os demônios estão presos nos Infernos. Isso fez com que os demonistas não consigam mais fazer magia.

– "Estou avisando Temonozor", ele ouve Rha dizer em seus ouvidos.

– Ehr, isso pode mudar tudo no meu mundo.

– Só estou tentando não mudar o passado,... Mas você vai precisar de uma asura, uma anya, que é o feminino de anjo.

– É verdade,... tem uma mulher que acaba de me mandar mensagem, sobre o Inferno! Vou responder.

Valentina responde a ela, mas pergunta como soube disso: – "Eu ouvi o que Rha disse", responde a asura. Ela também escolhe seu nome: – "Vou me chamar Sangria".

– Rha, o que fazemos agora? Tem uma entidade entrando em contato, e ele diz que se chama Temonozor.

– É o Senhor dos Infernos do meu mundo. Ele vai te orientar.

– Então, vou responder – e Temonozor explica a ela e seu novo contato, a asura, o que precisam fazer.

Primeiro, ele ajuda Valentina e Sangria a criar o "plano", que começa com uma ilha.

A ilha é cercada pelo mar, e depois Valentina escolhe, em seu ducado, onde vai ser a localização da Entrada; mas rapidamente ela e Sangria escondem o lugar com magia, para que nenhuma pessoa consiga encontrar.

A Árvore foi plantada, com a semente dada por Temonozor.

E, então, Tanahta agora tem um Inferno.

De volta a Arda, Ellie se encontra com seu namorado, o professor, e vai ao orfanato. Eles adotam Ferdinando Knox, o novo nome do Ette. Eles vão para casa, e tem um primeiro jantar em família -- a bruxa percebe que ele tem bons modos à mesa.

"Isso parece coisa de vidas passadas",... pensa ela.

(Fim do Cap 7).

Tuesday, 25 March 2025

A Virada do Milênio

 Story

Kyllette

Chapter 7

A Virada do Milênio

Astrid está em um bar, bebendo cerveja, mas esse é o último lugar que você vai para procurar alguém como ela. Ela é uma vampira, e está com os seus doadores bebendo em uma noite de sexta, logo depois da virada do milênio, em uma Londres que existe não só para os bruxos.

Ao saírem do bar, porém, Astrid percebe que eles foram fotografados, de um carro que passa.

Ela fica invisível, e sai em perseguição.

Algumas ruas depois, ela intercepta o carro, e invade pela janela o carro, capturando a câmera.

Só que ela está invisível, eles não viram, mas pararam.

Eles saem do carro, mas não conseguem ver o ladrão.

Astrid, então, se aproxima do homem que tirou a foto, mordendo ele, e tapando a boca.

Imortais como ela são muito mais fortes do que uma pessoa qualquer.

A vampira vê cenas da memória recente dele.

Ela lambe a ferida, que se fecha, solta ele e sai em disparada de volta ao pub.

Encontra seus doadores esperando por ela, e se materializa.

*

Monday, 24 March 2025

Folk em Arda

 Story

Kyllette

Chapter 7

Folk em Arda

A viajem até Arda foi fácil; difícil foi estudar as línguas, porque Inglês e Português são muito difíceis para um falante de Ediche, mas enfim, Folk aportou para uma pequena cidade da Inglaterra. Berer tem 700 habitantes. Inglês, é a língua falada nesse lugar. Folk acha Português mais bonito que Espanhol, mas também pegou o básico. Isso, junto de vocabulário básico de umas 15 línguas de Arda, o mundo que ele escolheu para trabalhar.

São vinte e seis enviados de Avvoya, sendo quatro de Tanahta.

Folk se estabeleceu na estalagem da cidade, e então desce para tomar uma cerveja e fumar. Não pode fumar na nave. Não pode espalhar fumaça pela ventilação da nave, que precisa disso para garantir a vida dos passageiros e tripulantes.

– OH! – disse um homem branco, de cabelo preto – Um viajante.

– Você é nativo? Me chame de Folk – diz ele, puxando conversa.

– Sou – diz ele – Sabe colega, que hoje eu vi uma coisa que nunca tinha visto.

– E o que foi? – Folk continua a conversa, normalmente.

– Eu vi um demônio – ele abaixa pra dizer isso, como se as garrafas tivessem ouvidos – Uma pessoa,... só que com os olhos totalmente negros.

– Viu? Vou te mostrar o que fazer, então – e Folk ou viu – "Folk, aqui é o Krunnki. Você sabe o diagrama de apagar a mente de demônios, não sabe?" – e pegou um papel, de dentro da mochila.

Ali, ele desenhou um diagrama, muito complexo, e geométrico.

De repente, o papel começou a grunhir, e foi murchando como se tivesse pegando fogo; só que não havia fogo algum.

– Tirei você da mente desse demônio – e o nativo fica muito impressionado.

– Ehr, eu tenho que ir – disse o homem, olhando de lado.

O nativo termina sua cerveja, e vai embora, sem mais palavras.

Na noite seguinte, Folk desce para tomar uma cerveja, e ouve Krunnki mais uma vez.

– "O nativo de ontem está na guarda, explicando o que você fez ontem".

– Você está me observando? – Folk fica sem mais palavras.

– "Eu te disse que ia manter um olho em você", foi o que ele ouviu em resposta.

Vocês não sabem o que é a Guarda. Não estamos falando de uma delegacia, mas está mais para uma casa medieval, do que seria isso. São as "defesas" da vila, e tem homens cuidando de coisas como demônios, e outros problemas muito sérios.

Krunnki explica que o nativo disse que Folk sabe fazer magia ritual improvisada.

Sim, apenas em uma folha de papel, foi o que ele disse.

*

Thursday, 13 March 2025

Vikhy e Valentina

 Story

Kyllette

Chapter 7

Vikhy e Valentina

Menos de uma semana se passou, mas Vikhy já sabe o que aconteceu em Eaubat por causa da eliminação dos demonistas. Penorys, o vampiro ancião que ela salvou, descobre como fazer para que os vampýr, que são os vampiros de energia, possam fazer magia.

Ele descobriu um dos segredos da Entropia, ligado ao vampirismo.

Daí, Eaubat se tornou um lugar difícil, em que os vampýr aprenderam a sugar energia vital das pessoas para fazer magia; e inclusive, algumas pessoas morreram por causa disso nos últimos trinta e cinco anos –– ela quer evitar essas mortes, mas se interessou por esse método.

De repente, ela sente observação, facilmente identificando Valentina, mas tinha outros.

Vikhy identifica Rha – "Que bom!", pensa ela com alívio. Também estão observando, além de Anthonius, a bruxa Ellie Knox, O Compositor (como ele é conhecido), O Sonho do mundo de Arda, e outros dois bruxos, também desse outro mundo.

Ela se lembra desse deus, e decide esconder sua transformação em bruxa.

– "Vikhy",... diz ele – "Agora existe uma nova Polícia do Tempo, que se chama Violet, e é a polícia da nossa raça".

– Hmmmh,... e o que você quer me dizer com isso, Rha?" – ela pergunta, torcendo a boca de leve.

– "Eles vão desfazer o que eu fiz", diz o deus – "Ambar acaba de me revelar que não pode haver eliminação de viajantes do tempo".

– E agora, como é que eu faço?! Estava contando com essa descoberta de Penorys! O que você sugere?

– "Salve os vampiros, de um em um. Vai dar mais trabalho, mas é o certo a se fazer", é a sugestão dele, tranquilo.

– "Aqui é Valentina, de Tanahta", Vikhy ouve – "Vi que você descobriu como fazer para os vampýr poderem fazer magia, e isso é muito interessante. Gostaria de te ajudar a resolver esses problemas, aí no seu mundo".

– E nós estamos conversando, e não está chamando a atenção de nenhum "mal intensionado"? Que bom.

– "Estou protegendo vocês", ela ouve a voz de Rha, mais uma vez.

Valentina e Vikhy ficara uma semana investigando qual era a ordem certa para salvar os vampiros de Penorys, sendo Leotteaux o primeiro a ser salvo, um vampiro ancião que se denomina um Deus vampiro, e depois Eautriena, uma vampira jovem de apenas um milhão de anos, mas era ela que descobria o segredo da Entropia; mas bem, nem tudo é tão fácil assim, e Rha novamente entra em contato com elas.

– "Vikhy, eu descobri um problema no que você está fazendo",... diz Anthonius, andando em seu escritório – "Se você salvar todos os vampiros, eles vão descobrir que você não é originalmente uma bruxa, mas sim, era uma vampira; e eu não sei se é uma boa idéia, eles podem querer a cura e isso significa meu sangue".

– Eu não quero que eles descubram isso! O que você acha que eu deveria fazer?

– "Aqui é a Valentina", diz a nobre bruxa, debruçada sobre livros antigos, e amaldiçoados – "Estou investigando o que os demonistas fazem,... e é muito ruim. Eles usam mesmo demônios para conseguir fazer magia; o demônio mais importante é Belial. Isso tem que ser proibido! Aliás, descobri que bruxos não precisam de demônios para fazer magia, e isso me aliviou um pouco", ela relata.

– Me alivia também. Eu acho que descobri de onde veio a tecnologia de viajem no tempo; não é do meu mundo.

– "Isso pode ser muito importante", Anthonius diz a elas – "Vou avisar Violet sobre isso, então".

– Eles usaram tecnologia do mundo de Elfestera – Vikhy explica.

Anthonius assume a forma de Rha para entrar em contato com Ambar, e ouve uma voz.

– "Anthonius, aqui é Ayh", diz a garota – "Ambar está muito pequena ainda, nasceu e está bem de saúde; mas Tutyr está cuidando dela, como está cuidando de mim e das minhas duas esposas. Pode deixar que eu aviso ela do que você está precisando".

– Muito obrigado, Ayh! Quer dizer que você está me observando?

– "Estou", diz ela tranquila – "Takket, o diretor da nossa Escola de Magia, descobriu essa ilha de realidade que vai dar exatamente no seu escritório".

– Vocês fazem o que? Catalogam? Ou só observam? – ele quis saber.

– "É uma matéria da Escola, se chama Observação", diz ela.

Assim sendo, Vikhy contou com a ajuda de Valentina e de Anthonius para o que queria fazer. Salvou também Dissidne, uma vampýr que reencarna como vampira de energia faz um milhão de anos, frequentemente. Vikhy faz com que Eautriena teste suas teorias nela, e depois de um mês, cinco vampiros mortos, uma vampýr que consegue transformar energia vital em magia surge, Dissidne se torna a primeira.

Vikhy tentou mas tentou salvar os cinco vampiros, mas as cenas não podiam ser alteradas de jeito nenhum, foi o que descobriu.

– "Agora, vou usar essa teoria aqui em Tanahta", diz Valentina – "Tenho uma succubi no grupo do zelador da Escola".

– Quanto tempo você prevê que vai usar para isso? – quis saber Vikhy.

– "Só quatro anos", mas Vikhy reage a isso negativamente.

– Você pode fazer isso ser importante! Não faça o teste em só quatro anos! Porque?!

– "Só porque eu não posso aparecer fazendo essas coisas", diz Valentina.

– H'n,... tá – Vikhy sabe que dividiu um conhecimento com ela, mas não sabe o que a nobre de Tanahta vai fazer com isso – Você sabe já o que vai fazer com isso?

– "Sei", diz a nobre – "Vou permitir aos vampýr ser alunos na minha Escola".

– Então pensamos exatamente a mesma coisa – elas concordam.

*