Story
Kyllette
Chapter 2
Krunnke vai a Arda
–
Depois de pensar um pouco, ele decidiu aonde deveria ir, Avvoya. Ele tem uma capacidade única, de se projetar onde quiser, e foi por isso que ele estudou o básico de navegação, faz muito tempo.
– Identifique-se! – foi o que ele ouviu.
Ao começar a projeção, viu um mundo muito bonito visto de fora, com uma lua enorme e rachada, ah, e oca.
– Rha – foi o que ele disse, em resposta.
– Erre-agá do Egito! Nós temos Egito em nosso mundo! Os egípcios vão ficar muito felizes. Algum motivo especial para a visita?
– Vim apenas visitar uma amiga – ele pensa sobre ela.
Entrou no mundo, em projeção, e foi direto para o ocidente, onde é o Egito.
– Erre-agá! – é o que o navegador diz – Bast vai ficar muito feliz! Você trouxe um presente,... deixe-me ver. Ah, parece um coloridor de lábios, mas esse não tem cor, não é? Pra que serve. Para proteger os lábios de rachaduras na época de frio. Aqui, pode me entregar, e eu mesmo vou entregar a ela. Você precisa de alguma coisa? Ah, tem um mundo, em uma outra galáxia, e se chama Eaubat. Devemos ir a este mundo, mas vamos ter apenas quarenta anos, e devemos nos encaixar na região produtora de vinhos, no oeste do mundo,... Vamos nos preparar, obrigado.
O Egípcio saiu da sintonia, e voltou para a órbita, mas teve uma surpresa.
– Rh, aqui é Bastet – diz a deusa gato – Adorei o presente! Você estava desaparecido, mas eu sabia onde você estava todo esse tempo. Era eu que dizia aos deuses que você ainda existia, Toth confiou em mim para dizer isso a todos. Vou te enviar uma ajuda especial, a seus protegidos. Já estou sabendo da escola, mas ainda não sei porque carrega o seu nome atual, Iha. Da próxima vez que vier, vou te mostrar a Cidade. Você quer a minha ajuda para enviar cinco castelos ao mundo de Eaubat, na outra galáxia, para ser a escola daquele mundo. Sem problema. Espero pela sua próxima visita, e bom trabalho.
Ele, então, saiu da sintonia e voltou a Arda sem demora.
Todo o tempo, ele sentia que a guerra estava a espera de se revelar, mais uma vez. Ainda sabia ele que os capítulos estavam se acumulando, e nada de encontrar um final feliz, e ele queria que fosse uma história assim, não uma tragédia.
Estava investigando esse mundo, Eaubat parecia pronto para uma visita, mas evitou fazer isso agora.
Só por precaução, iria fazer tudo certo, sem passar pelos problemas que já teve em Arda.
*
A diretoria fica em um castelo, e não é um castelo qualquer, foi presente de Avvoya.
Dentro da sala da diretoria fica um número de bacias usadas por mulheres videntes para ver o que precisa ser visto.
Elas todas ficam em silêncio, só falando quando tem alguma revelação importante a fazer.
Aspásia é a diretora, ela é uma mulher de uns trinta anos, branca e de cabelos castanhos, muito interessada agora no material impresso que O Egípcio enviou a ela para ela analisar; uma língua, uma nova língua, diferente da língua dos bruxos, essa era a língua das princesas.
Tem três mil palavras, por enquanto, ou seja, ainda não é uma língua propriamente dita.
– Vou te enviar o arquivo da nova língua – foi o que Anthonius havia dito.
– Mande; eu vou imprimir – disse a diretora.
*
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