Wednesday, 3 July 2024

O Castelo sob o Luar

 Story

Kyllette

Chapter 1

Quartle

Aqui em Sasshi, capital das Ilhas do Leste, existem passagens para a continuação dessa cidade, planos, também chamados de dimensões, e neles existe um enorme número de vilas. O monge saiu do mosteiro, com sua mochila, pela manhã, em direção a uma dessas vilas. Ele conseguiu essa informação usando o chá, o nome dessa vila lhe veio claramente, e ele decidiu ir.

Chegou, era mais ou menos seis horas da tarde, decidindo ir a um castelo abandonado para descansar.

Mas logo que ele entrou, tirando a mochila das costas, ouviu um barulho.

– Tem alguém aí? – pergunta ele, preocupado.

Kenji entra para a próxima sala, e é surpreendido por uma pessoa, que ataca o monge sem falar nada, apenas balbucia um "Ërhhh",... e tenta morder o monge, que também é artista marcial, saindo do ataque rapidamente.

O monge troca socos com o atacante, que sempre tenta lhe morder.

Ele consegue sair da sala, e vai pegar seu bastão.

Ali, à luz do luar, deu pra ver que é uma pessoa morta, que avança para atacar de novo.

Com o bastão, Kenji consegue dar um golpe fatal na criatura. Seu golpe foi tão certeiro que afundou a cabeça do atacante, depois ele dá mais um, depois mais um, e por fim ele caiu no chão, sem se mexer mais.

– O que é você, criatura?! – duvida o monge – e decide investigar o castelo.

Alguns minutos depois, com uma fogueira improvisada na primeira sala, Kenji, que já adotou o nome como seu, se prepara para dormir, mas não consegue. Ele fica preocupado com o corpo do atacante, uma criatura que ele matou, vai sepultar ela de manhã.

Quando se levantou, era alvorada, e fazia um pouco de frio.

Era um corpo morto e podre, que estava no canto, onde ele o colocou.

Tinha um identificador, um colar com uma plaquinha, que dizia: "Persona grata". Kenji agradece por ser monge, porque entendeu a língua, e sabia o que isso queria dizer. Investigando o castelo, viu que havia um alçapão aberto na outra sala, com uma escada.

Antes de descer, ele mormura: – "Amicus", e entra.

É uma sala subterrânea, uma caverna.

Muito bom com coisas e idéias complicadas, ele rapidamente localiza a passagem secreta, mas é uma parede que parece ser da caverna; sabendo que não é isso, ele conclui que magia seria, e ele precisava jogar sangue na parede.

Tirou sua faca, e cortou seu monte do amor, a parte da mão esquerda que iria entrar em contato com aquela parede, ou passagem.

Encostou na rocha, seu sangue, e a passagem se abriu.

Dentro havia uma outra sala, com as bolas de iluminação nas laterais. Ele balança as bolas, e elas emitem luz. Aí dentro, ele encontra uma pequena redoma, que parece não querer se abrir para qualquer um.

"Ah",... ele se lembra: – Amicus! – e a redoma se abre devagar.

Há uma caixa pequena e comprida dentro; ele pega a caixa, e vai embora dalí. Ao sair, já era dia, e pegou sua mochila e se preparou para fazer a viagem até a vila, objetivo da sua viagem.

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