Thursday, 31 October 2024

Sobre Slangka, a língua

 Oi, todo mundo.

Eu estou criando a língua da história Kyllette.

Ela se chama Slangka.

Isso vem da palavra "langka", que significa "língua".

Ela vai ser publicada, aqui mesmo.

Durante o último mês a gente reuniu o grupo para decidir sobre algumas palavras, o vocabulário básico da língua, e agora vamos ver onde é que isso vai dar, porque eu fiquei criando sozinho por 5 anos; agora tenho grupo.

O grupo é de jogo, mas é também a equipe de criação.

Exemplos

Deka lerung? Dea lerung lerdt.

Como você está? Eu estou (prática) bem de saúde/em bom estado.

Dór priattel memtrýmmer é.

Meu amigo é um bom homem.

Bom, estes exemplos são exemplos SOV. A língua pode usar as três posições do Verbo, mas a gramática muda de acordo com cada posição.

Isso quer dizer que temos SOV, SVO, e VSO, alternadamente, e que cada uma das posições tem regras próprias.

Se você quer indicar Tempo Verbal, você deve usar a ordem VSO, ou Verbo Inicial, e são apenas três Tempos, como vemos a seguir.

ler –– estar

Ler –– present

Leru –– passat

Lerung –– uma palavra derivada, aqui: estado

Lera –– futyr

Mas, em Slangka, temos Tempos que não são exatamente Tempos Verbais.

Isso é o método mais usado, com Verbo Final.

Tempos Finais

Prova –– g, geann, anna

Imaginário –– (th/l)emma

Projeção –– aer, yr

Prática –– t(h), dt, (o)ch

Teórica –– ich, (e)n(d)(th)

Interrupção –– ge/gust

Poder, Capacidade –– (a)d

Convite –– (e)sh

Provável –– eine

Provável Negativo –– ei, en, einn(en)

Provável Coletivo –– che

Outra opção está em usar V2, ou Verbo Segundo, que é SVO e é usado para fazer afirmações.

Quando o Verbo está em segundo lugar, usamos o alinhamento Stative, ou Afirmativo, e não marcamos o Verbo. Ele vai puramente para o lugar, e as definições vão para o final da frase, finnet.

Emh iyog ler mit aber fór.

Eu estou falando com você.

O Tempo é marcado por "fór", que indica continuidade.

Bom, é isso que eu tenho por enquanto. Estou em contato com jogadores e ativos para criar a língua, mas nós também jogamos, então temos que escolher –– ou jogamos, ou criamos a língua –– e o tempo é só um, entende.

Até agora, a gramática está nos satisfazendo.

Vamos agora deixar os Ativos usarem, para ver no que vai dar.

A publicação da língua dos bruxos, Akkia, ainda continua.

Estive com pouco tempo para planejar os posts, mas a língua está viva, e eu estou planejando o que vai aqui para o blog.

Também estou decidindo qual será a língua do blog.

Tenho duas opções: 1. Salar deve ser a língua usada para os posts sobre a língua e o jogo; 2. e Beurla deve ser usada para os posts de blog, o que vai para o blog apenas nas sextas treze, também no Haloween, todo ano.

Eu estou esperando aprender essas duas línguas.

Vou editar –– Vocês vão ver que os posts serão modificados.

Eu só tenho de conseguir tempo para traduzir.

Slangka vai produzir algum material também, sob a forma de diálogos e de descrição. Aqui as histórias vão ser traduzidas também, porque você pode não acreditar, mas eu não gosto de português –– acho muito difícil para o estrangeiro aprender para ler as minhas histórias –– e é por isso que vou traduzir, explicando as línguas em Salar, e fazendo posts de blog em Beurla.

Hmmmh, dór priattel, vinytlla ist.

Hmmmh, meus amigos, chegamos ao final.

Happy Haloween! ;-)

E fique ligado.

Tuesday, 29 October 2024

Obier de Tanahta

 Story

Kyllette

Chapter 5

Obier de Tanahta

Valentina foi para sua casa, uma mansão enorme, e foi direto para a sala de rituais. Ela foi localizar Obier, o zelador que foi escolhido para ser o zelador da Escola de Magia, mas quatro anos antes.

O zelador foi localizado com pouca dificuldade, porque na verdade ele queria ser encontrado.

Mas bem, Obier não sabia o que o esperava, por enquanto.

– "Aqui é a Duquesa Valentina", ele ouve – "Eu estou falando com você do futuro, de daqui a quatro anos".

– É claro que eu sei quem você é, duquesa; pode falar – diz ele.

– "Você vai ser selecionado para ser o Zelador de nossa nova Escola de Magia", resume ela – "Eu vou te prover com tudo que você precisa para fazer a preparação para a fundação da Escola no Grão Ducado".

– E onde vai ser a Escola? Sabe, o Ducado é bastante grande.

– "Estou transformando o Grão Ducado em Escola, todo ele, e a idéia é de que os estudantes vão viajar e acampar, e observar as aulas de onde quer que eles estejam com ritual. Não vai ser um castelo, nem nada desse tipo".

– Ah ... é um bocado de chão, se me permite dizer.

– "Você precisa reunir um grupo, e vocês vão limpar o terreno para a fundação da Escola", diz a nobre.

– Está bem, vou reunir – ele para, um segundo – Tenho uma vampira de energia, e um piloto.

– "Vou estudar o que vocês vão fazer, e te aviso de problemas. Deve haver demônios nesses ermos todos. Estudantes não podem lidar com demônios, de jeito nenhum! Ah, mas tem os seres mitológicos, vocês vão ter que explicar a eles a Escola".

– Está bem, então – ele balança a cabeça – Obrigado pela confiança.

– "Volto a falar com você depois de vocês se reunirem", ela faz uma pausa – "Estamos te chamando de Obier. É um novo nome, dado por uma pessoa muito importante, mas se não, pode ter alguém no seu passado que faria coisas erradas".

– Não tem, não; mas está bem, aceito o nome – reflete ele.

– "Até breve" – e Valentina termina a observação.

Obier passou uma semana organizando a reunião desse dia, e a primeira a chegar foi a vampira. O piloto ficou pairando em cima deles, escolhendo o melhor lugar para pousar – "..,. mas tem muitas árvores!", reclamou depois de pousar.

Sabe, Tanahta é um mundo pequeno, tem só setecentas dimensões.

Todas elas são ligadas entre si desde a era medieval, e foi isso que salvou o mundo quando aconteceu o bombardeio, há dois mil anos. Uma frota, que não se sabe de que império era, chegou, e bombardeou, e foi embora. Acusaram os ikka de terem feito isso, mas os brancos simplesmente se renderam e disseram que – "Não fomos nós!"; daí nasceu o medo de um inimigo desconhecido. Mas bem, Tanahta tinha mais problemas para pensar do que se afundar em discussões sobre que inimigo invisível era esse. Demônios. Eles estavam em todos os lugares.

E foram mil anos de caça a demônios, e luta por água; tem até uma lenda muito antiga, de um bruxo que se apaixona e acha água, o que dá a ele o direito de se casar com a bruxa mais bonita daquela cidade. Cidades, eram poucas.

A maior parte do mundo se reunia em vilas planares, e todas tinham toque de recolher.

Era ensinado que "Água é vida", a todos, desde muito jovens.

A veste de sobrevivência da Aliança foi desenvolvida para sobreviver a Tanahta, e as estufas de alimentos também. Essas construções ficavam abaixo da superfície, tinham sua própria armadilha de captação de água, e iluminação solar artificial, para dar frutos ou outros alimentos sempre que pudessem dar – nasceram aí várias famílias de vegetais que só existem por causa do inferno que assolou o mundo.

E então, veio a terraformagem, e os que ficaram no mundo receberam o nome de "herdeiros", porque cinquenta por cento da população foi mudada para outros mundos que, como Avvoya – novo nome de Akkoya – tinham muitas dimensões.

A Aliança tem dez mil mundos, com uma média de cinco mil dimensões em cada.

Daí dá pra imaginar o que eles pensavam sobre viver em um mundo inferno, Tanahta era o pior lugar que existia na Aliança, já que o mundo da outra raça que também foi atacada havia sido abandonado, lá ficou.

As outras raças dessa galáxia, são poucas, não entendem o que são os ediche nem porque eles são tantos.

Acontece que os ediche evoluíram ao mesmo tempo em muitos mundos.

Ruínas, ruínas em todos os lugares; não ficou nem mesmo uma cidade sem ter ruínas. Então, descobriu-se que as ruínas eram fragmentos de uma realidade diferente, em que tudo aquilo existia – as vilas tinham sempre ao menos um lugar estranho.

Daí, mil anos depois, a raça tyke, os reptilianos terraformaram o mundo de Tanahta.

Contaram com a ajuda de Akkoya para isso, mas não explicaram o que faziam. Fizeram isso em troca de ouro e alguns recursos, que só existiam no mundo de Tanahta, como a alga purificadora de ar – basta ter um aquário com elas, em casa.

No território das Ruínas existe uma cidade, mais ao sul, bem grande.

Tanka é uma cidade estado organizada como uma cooperativa, e todos trabalham, recebendo pelo trabalho realizado na cidade. Também é um porto espacial, lugar de onde saem e onde pousam naves de outros mundos.

Mas, Tanka tem um segredo – é aí que o sobrenatural de Tanahta se reúne, e vive.

Vampiros, monstros, licantropos, asuras e caçadores de demônios vivem nessa cidade, dividindo espaço com as pessoas, que não sabem de nada, ou que realmente estão ajudando a esconder o sobrenatural desse mundo.

Obier, ele vai acabar se acostumando com o nome, conhece uma vampira de energia e um piloto que é caçador de demônios, ambos de Tanka.

Eles combinaram de se encontrar na Ruína da Gota de Água, uma pedra que goteja água constantemente, mas que não tem nenhum porquê disso, que se possa dizer – a água simplesmente brota aí, em gotas, não vem de lugar nenhum.

Então, o grupo conversou sobre tudo isso, estavam falando sobre política de Tanka quando ouviram um barulho.

– Pode ser um demônio – foi o que Obier disse, de primeira.

O piloto sacou a arma, e então eles viram, grande e com quatro patas.

Ele atira, acerta, mas nada acontece – É um demônio mesmo! – é o que o piloto diz, e a criatura invade o acampamento. Vai parar exatamente no lugar onde fizeram uma fogueira, derramando o café deles – Meu café! – grita Obier.

A sorte é que o piloto tinha uma arma especial, de caçador. Ela tem um mecanismo, que é uma agulha. Ela fura o seu dedo, envolvendo a bala com seu sangue, o que causa dano letal em demônios.

Obier faz uma magia de empurrar, e o demônio vai parar ao lado da barraca da vampira, e ela tira o chão da criatura, que cai desajeitado – Atira! – grita ela para o piloto.

Eles se aproximam, e dá pra ver a pele dele se regenerando.

– Auspitia! – diz a vampira, e então, um diagrama aparece sobre o peito do demônio – Eu sei o nome dele! É Placeto – revela ela, sob uma aura de uma energia branca perolada; ela realmente está tendo uma revelação.

– Placeto – diz o piloto, e molda a bala com sangue, atirando na criatura.

Eles puderam ver ele se desfazendo, morrendo; no lugar dele, restou um cachorro, agora curado. O cachorro se levanta e sai andando, não é mais um demônio, e ele vai ficar ao redor do acampamento esperando por comida.

O grupo se reorganiza, e Obier coloca o café no fogo novamente.

Agora, ele decide dizer o porquê da reunião, que ele não tinha dito até agora.

– Pois é – diz Obier – Essa região vai ser uma Escola de Magia.

– Toda essa região? É muito chão,... – diz o piloto – e que sorte que eu sou caçador.

– Porque você nos chamou, pra dizer a verdade? – diz a vampira.

– Eu vou ser o zelador da Escola, e chamei vocês porque nós temos a missão de preparar o território das Ruínas para ser uma Escola. Todo o Grão Ducado vai ser uma Escola de Magia, e precisamos, por exemplo, avisar os seres mitológicos do Horizonte sobre isso.

– E eliminar os demônios está na sua lista? – a vampira não tem o costume de lidar com demônios, é o que ela passa pela voz.

O piloto faz um Ritual na fogueira, e eles se sentem então protegidos.

– Esse Ritual,... protege contra demônios? – pergunta Obier, e o caçador concorda – Vamos ter que ensinar isso aos estudantes, desde o início.

O cheiro de café, que em Tanahta parece um tipo de cappuccino, invade o ar.

(Fim de Capítulo).

Monday, 21 October 2024

Blog em Salar ou Beurti

 Oi! Seja bem-vindo(a).

Neste post de blog eu quero explicar umas coisas muito importantes.

Eu não quero mais publicar em Português, estou cansado dessa língua e estou avaliando quais são as opções.

Eu também pensei em duas línguas, Salar ou Beurla, para passar as histórias e posts para elas.

Mas, eu não vou decidir agora. A idéia é de que eu vou passar a escrever mesmo nessa língua, que deve acrescentar em muito ao meu dia a dia, que atualmente é feito de raiva de ser obrigado a falar Português.

Então,... eu estava decidindo, e aconteceram coisas muito relevantes, dignas de nota.

Primeiro, um político muito importante no meu país veio falar comigo sobre o Império Saldar, e a importância de usar Salar para escrever, seja para escrever as histórias, ou posts do blog -- ele me pediu para escrever em Salar.

Eu agradeço pelas palavras, e realmente estou mais próximo de usar Salar agora.

Mas aí, estudantes da Escola de Magia inglesa vieram pedir para usar Beurla.

O que eu fiz foi um acordo: 1. uso Salar para os posts explicando a língua e o jogo para jogar, e 2. uso Beurla para escrever os posts de blog, que são todos feitos às sexta-feiras treze -- também vai afetar as minhas histórias e publicações.

Meu editor me deu permissão para escrever em Salar, mas vai ter uma versão em Português.

Vai dar bastante trabalho, escrever de novo todos os posts.

Por causa disso, e de que perceberam que eu estava usando estrutura de Tópico em Inglês, que não tem essa estrutura, não vou mais escrever em Inglês também; a sequência de letras do Inglês me dá nos nervos.

Não tanto quanto as iniciais do Português, mas enfim, Salar deve ganhar um blog muito importante aqui, e vou fazer o máximo para compor uma série de textos para quem estiver tentando aprender um pouco mais sobre a língua. Beurla também. Devo fazer pequenos posts de blog baseados nas minhas anotações, como datas em que personagens foram idealizados, datas comemorativas, entre outras coisas, que serão blog, então Beurla deve ter também muito espaço, ocupando o lugar que antes era do Português (e do Inglês).

Estou também criando outras línguas, o que inclui Interstaelar e Slangka, a última sendo criada para ser usada nessas histórias que eu estou publicando aqui atualmente; ela é criada em grupo, com a ajuda dos Jogadores e também dos Ativos.

Somente Jogadores e Ativos podem dar opinião.

Tenho também mais uma língua, A-lay está sendo um pouco mais difícil de criar.

Vocês vão ver isso tudo aqui mesmo no blog.

Não vou me decidir sobre isso sem antes pensar muito bem.

Mas, apesar de ser para daqui a 6 meses, já tenho esses pensamentos como guia.

Por enquanto, as histórias seguem normalmente.

Obrigado pelo seu tempo e,...

Stay Plugged.

Saturday, 12 October 2024

Valentina

 Story

Kyllette

Chapter 5

Valentina

Faz agora dois meses que Valentina conversou com Erre-agá do Egito, e ele sugeriu que fosse criada uma escola em seus domínios, um território bem grande, para onde foram movidos as relíquias do mundo de Tanahta. O Grão Ducado das Ruínas. Um território tão grande quanto os maiores países de muitos mundos, e localizado no centro do Grande Continente, que vai de leste a oeste, e ocupa um lugar de destaque; outros continentes são a Ilha Grande, e as Ilhas do Leste, mas tem também Ise, umas ilhas geladas que ficam no mar do oeste. Tudo isso foi criado na terraformagem, que a raça dos reptilianos, tyke, cobrou em ouro puro, foi muito caro.

Assim sendo, Tanahta trabalha muito porque não tem muitos recursos.

Valentina aceitou a sugestão de Rha, e está criando uma escola.

O nome da escola é Escola dos Mil Herdeiros, e herdeiros são os que ficaram no mundo depois do ataque da Frota Invisível, faz agora dois mil anos, criando um mundo inferno terrível, em todas as suas setecentas dimensões paralelas.

Todas as dimensões foram terraformadas, e quase não dá pra acreditar que esses lugares foram um mundo infernal por mil anos.

Hoje, Valentina está se encontrando com os líderes bruxos de seu mundo.

Eles decidiram dar a ela uma medalha, que parece muito com uma medalha comum, mas é mágica. Você não tem como tirar. Está vinculada ao seu espírito, e qualquer pessoa sabe que você tem.

– Valentina – diz um jovem ancião – Eu sou D-gir, e você está aqui para receber uma medalha dos bruxos de Tanahta.

– Prazer – ela diz – Estou transformando o Grão Ducado em escola.

– O prazer é meu – retruca ele – Você conseguiu convencer a Academia de que a Escola é importante, e Akkoya, quero dizer, Avvoya mantém um tipo de controle sobre o que pode ser uma escola; você sabe dos mosteiros, né. Nosso mundo tem poucas dimensões, por isso a Academia não investiu em ter uma Academia em nosso mundo; mas estamos na Aliança, de um jeito ou de outro.

– Você tem muito conhecimento – é o que ela responde, impressionada.

A cerimônia durou apenas esse tempo, o tempo de colocar a magia de medalha em Valentina, e de um dos bruxos presentes encontrar o problema, que veio a estar no banheiro da casa em que foi feita a cerimônia.

Assim sendo, a bomba foi transportada para a órbita, e desmontada.

Eles usaram magia para investigar, e descobriram que um bruxo da equipe era um mago.

– Opak! – esse é o feitiço para desfazer "pacto", ele perdeu cinco anos de memórias, e D-gir disse que: – "Vamos ter que dizer "Opak!" de novo a todos os membros da elite dos bruxos do nosso mundo, para garantir".

Só foi descoberta essa magia faz pouco tempo, e os bruxos desse mundo não sabem quem foi que descobriu.

E ele, D-gir também sugeriu que: "Você é importante, Valentina; eles se arriscaram muito", querendo dizer que ela deve ter sido prevista por videntes, que não sabem para quem estão fazendo previsões; eles só fazem a previsão.

Também foi selecionado o "zelador" da Escola de Magia, Obier.

Ele sabia de todas as coisas que perguntara a ele sobre o território do Grão Ducado, além de saber mais de cem mil magias, cinco vezes mais do que a Escola vai ensinar durante sete anos de lições, também é campista, e tem muitos contatos.

– Olá, Valentina – disse ele – Sou Obier – e aperta a mão dela, em cumprimento.

– Muito prazer, Obier – é o que ela diz a ele – Você vai ser importante.

Ela não quis dizer o porquê disse isso, mas não vamos revelar todos os segredos dela; você precisa saber que jogadores são poucos por mundo, e que a maioria tem segredos, são guardiões de segredos importantes para seu mundo, e para o universo.

– Dá pra sentir que você tem uma medalha – ele diz.

Ela só sorri, deixando o momento formal passar, ela já está acostumada.

Sua família, Dukat, é nobre desde antes da terraformagem. Ela sente a observação, e mentaliza: – "Identifique-se, por favor", e ouve: – "Eu sou Ellie Knox", para garantir que possa observar.

*

Krunnki e sua Filha

 Story

Kyllette

Chapter 5

Indo ao Monastério

Era um dia parecendo um dia qualquer, em Avvoya.

Nesse dia, Krunnki e sua filha estão andando pela beira da estrada, com mochilão nas costas, e saíram da dimensão primária para ir a dimensões paralelas, onde o andarilho sabe que há um monastério muito importante.

Ele teve essa idéia, decidiu que era aí que morava o perigo, e foi avisar.

De repente, em Arda, outro mundo, L1nk começa a ver o andarilho e sua filha; e não foi só ele. Ellie Knox também vê eles andando na beira da estrada, e foi só uns instantes antes de um jogador conhecido como O Compositor começar a ver também.

– Ele é enorme – diz Ellie usando fluxo.

– Eu sei – concorda L1nk – Ele é meu ativo, faz uns vinte anos.

Ellie fica com inveja boa de L1nk, mas só um pouco.

– Você é o L1nk – diz o andarilho, parecendo feliz.

– E você é o Krunnki – diz o jogador.

De repente, o andarilho e sua filha chegam a um lugar totalmente incrível, um mosteiro no meio das montanhas. Dá pra ver os monges treinando a arte marcial de Avvoya, em plataformas entre os edifícios.

– O que você está fazendo, Krunnki? – é o que L1nk quer saber.

– Eu descobri o ponto fraco do nosso mundo, e vim avisar.

– É – diz o jogador – Eu faria o mesmo.

Mas parece haver mais um motivo para estar no mosteiro, Krunnki não revela.

Quando ele e sua filha chegam aos portões, o andarilho se vira para os observadores, com uma voz amigável mas séria.

– Eu preciso que vocês parem de observar.

Eles param; uma hora depois, Krunnki e sua filha, sua companheira de estrada, saem do mosteiro. Ele agora está usando um anel, de ouro, e parece que Ambar, a deusa da magia, se faz presente ao seu redor.

*