Friday, 31 January 2025

Iron Coffee

 Oi! Este é o meu blog.

Eu sou Sol Cajueiro, e te convido a ler.

Hoje vamos falar de café.

Bebo café com frequência, mas também gosto de chá verde, e chá verde com limão.

Eu tenho a honra de beber o café que minha parente a Chef Ana Siena faz, uma receita que eu não sei a origem certa, mas que eu pedi a Ana para me passar a receita pra divulgar aqui no blog; ela faz esse café a cada 21 dias pra mim, aqui está.

Iron Coffee

- 100 gr café solúvel

- ⁠300gr de leite em pó 

- ⁠50  gr de açúcar 

- ⁠50. gr de cacau 50%

- ⁠01 colher de chá de   canela em pó 

- ⁠01 colher de chá de bicarbonato 

- ⁠01 colher de café de pimenta preta moída

Obrigado por ler.

Stay Plugged.

Saturday, 25 January 2025

Sobre as Línguas, e Histórias

 Olá, e Bem vindo/a ao meu blog.

Eu crio línguas, e essa é a atividade que eu mais tenho, todos os dias.

Uma das minhas línguas atraiu muita atenção, estou sabendo.

Akkia é a língua dos bruxos, e foi criada como um presente para todos os bruxos e bruxas do universo; mas bom, atraiu atenção também de diversos agora estudantes, que estão precisando de explicações sobre como usar a língua.

A gramática de Akkia feita por mim é na verdade só um ponto de partida.

A língua expressa o pensamento dos bruxos, ou seja, tem conceitos que a Magia necessita para ser feita.

Não é uma língua mágica, e você não vai sair por aí fazendo magia só porque fala ela.

Ela tem uma característica muito interessante, que é a troca de Alinhamento Morfosintático, entre seis tipos, e são maneiras distintas de expressar as mesmas idéias, ou seja, a mesma frase de uma outra maneira.

Me perguntaram porque, se eu na minha vida do dia-a-dia não sou cheio de formalidades, eu criei uma língua com formal e informal. Isso porque não é apenas formalidade, como seria no Português. É, sim, um indicativo de níveis de respeito e importância.

Não é de hoje que eu tenho falado que você precisa saber com quem está falando.

Então, os japoneses usaram a frase "Adda né!", eu ri e adorei a frase! Eles quiseram saber porquê. E eu disse que eles usaram o verbo formal, "adda" normalmente só é usada para explicar coisas (em situação de trabalho!), com um comentário informal, e isso indica que eles estão falando com uma pessoa que eles conhecem, sendo formais; isso é lindo, porque indica respeito! Entende.

Eles não quiseram usar a palavra "addia", que é "o ser", vão inventar a deles.

Agora, também adicionei a palavra "cheval", que agora é "cavalo", mas você também pode usar "hame". Isso porque os albigenses pediram para usar essa palavra, e eu conheço essa palavra faz quase trinta anos! Então está adicionada.

Você precisa saber que eu criei outras línguas também.

Para começar, tem um exemplo de Interstaelar no meu primeiro livro, Silêncio sob Os Paraluzes.

A língua está agora sendo toda reformulada, para se encaixar no universo ficcional de Experiência, e estou fazendo revisão (quando dá) no livro de regras do jogo, que já está sendo usado pelos bruxos faz agora mais de um ano.

Já estamos no terceiro semestre que o jogo está sendo usado!

Depois, Slangka atraiu a atenção de alguns conlangers, mas desculpe por isso, a tradução é para Português. Eu não quero ter retrabalho daqui a sete anos, mas também não gosto muito de Português, por isso vou mudar a língua aqui do blog.

Também tenho outras línguas, é tudo uma questão de exposição.

Elas ainda não estão prontas para ser vista pelas outras pessoas, que precisam entender o que está sendo dito, e principalmente A-lay ainda está bem no início da fase de criação, e talvez eu deixe espaço para outros conlangers para o futuro.

Mas então? Qual será a língua para que eu vou passar o blog?

Eu estou esperando para saber Beurla, Egípcio e Salar, todas poderiam ser a língua do blog.

Só que elas são línguas que você precisa ser iniciado para ser falante.

Então, isso é uma história. Tudo o que a gente precisa saber é que essas línguas só são usadas com autorização, e não é como o Português que você usa como quiser. Tem o jeito certo de dizer. Tem a hora de dizer, que acho que é a característica mais marcante de todas essas línguas mágicas.

Estou fazendo um estudo de nomes para as minhas histórias, também, e que deve dar origem a novos personagens.

Também quero revisar os posts; não vai ser um monte de posts sobre o jogo, e para jogar na língua.

A não ser que os leitores peçam para continuar o que já estava sendo feito, daí vamos ter uma continuidade nos posts, agora com a gramática sendo feita.

Espero que isso não seja um problema para vocês, mas de novo, preciso de iniciação para traduzir e recriar o blog.

Agora eu tenho um site, talvez eu devesse manter esse blog como está, e recriar no site? Sua opinião?

Vai acabar sendo inútil o blog como está, porque a maior parte do blog está em Inglês.

Mas Kyllette vai continuar, o grupo tem falado que estão organizando cenas para a história.

Estou com muita esperança no que vai ser a história de Kyllette.

Também estou finalizando a redação do meu livro dois de Experiência, para o qual foi usado um pouco demais de espaço, não sei se o meu editor vai deixar ser. Mah, vamos ver. Se quando ele ler, ele der sinal verde, vou ter um segundo livro tão interessante quanto o primeiro; ainda estou fazendo revisão.

Agora, vamos voltar a posts sobre a história, ao invés de ficar falando sobre ela; mas saiba que Kyllette vai ter uma história linda, e ele adora chocolate! Não pude deixar de dizer isso, hehe. Seja bem vindo/a, porque nós gostamos de ler e de contar histórias; ah, e de estudar línguas.

Se gostou, deixa um comentário aqui embaixo e,...

Stay Plugged, Stay True.

Tuesday, 21 January 2025

Ellie Knox e o Professor

 Story

Kyllette

Chapter 7

Ventos que sopram Sobre Nós

Havia esperança, era o que pensava Ellie Knox enquanto conversava com o professor que ela conheceu no outro dia. Ela convidou ele para tomar um vinho, e ele aceitou prontamente, sugerindo um lugar.

Ao chegar ao café, Ellie encontrou o professor no terraço, esperando por ela.

– Oi – diz ela, sem jogar charme.

– Olá, Ellie – diz ela, feliz – Achei melhor reservar uma mesa.

– Me avisaram, quando eu cheguei.

– Sente-se – pede ele, apontando o lugar.

Eles começaram uma conversa, e ficou claro para ela que ele estava interessado. Mas, foram interrompidos. Um senhor, mais velho, se achega à mesa deles, e ele parece muito feliz de ver o casal em seu encontro.

– Vocês têm a minha bênção – é o que ele diz.

– Que coisa mais antiga!,... – foi a reação de Ellie, mas riu.

– É, mas para a minha raça isso é necessário – "Raça?", pensa Ellie – Eu sou um apu, e estou usando holograma. Você foi apu, em uma vida passada, senhorita Ellie Knox, mas foi uma vida só, então você não é considerada apu.

– Nossa Mãe,... nem sei o que eu deveria dizer,...

– Vocês têm a minha bênção, e agora podem namorar.

– Obrigado – foi a reação do professor – Sei que a raça apu existe; vocês são os símios.

– Isso mesmo – o senhor sorri – Vocês têm tanta coisa a aprender um com o outro, que nós decidimos interferir. Mas não estou aqui só para isso, eu estou aqui em uma missão médica. É que um de vocês vai ter filho, e ele agora é um dos nossos; sempre foi. E, quando um homem vai ter filho pela primeira vez, o homem passa por uma série de exames.

– Que interessante,... o homem? – questiona o professor.

– Nossa, e vocês tem um porquê pra isso? – quis saber Ellie, perplexa.

– É uma regra muito antiga, tão antiga quanto bênção para namorar. Nós apu somos uma raça muito antiga, e nós deixamos presentes para todas as raças, principalmente a banana e o cacau; vocês estão entre os poucos que descobriram o verdadeiro uso do cacau.

– Ai, chocolate! Me deu vontade de comer chocolate – diz ela.

– Bom, vou indo – se despede o senhor – Estou sendo aguardado em órbita. Até mais, vocês dois.

E sumiu; sumiu, bem diante de Ellie e do professor, e ninguém percebeu.

Eles ficaram alguns momentos em silêncio, até que Ellie decidiu pedir um vinho, e chamou a garçonete. Rapidamente, ela verifica. Reconheceu os observadores. Krunnki, de Avvoya, Vikhy, também de Avvoya mas está vivendo em Eaubat foram os primeiros que se identificaram; e ela viu que havia também jogadores locais. R-h do Egito, que estava atento. Um jogador chamado de L1nk, e dois bruxos, estavam todos observando, mas sabiam que não podiam mudar nada. Ellie ficou feliz, ao saber que a cena não podia ser modificada, e seu vinho chegou.

*

Sunday, 5 January 2025

Anos diante de Vikhy

 Story

Kyllette

Chapter 6

Anos diante de Vikhy

Essa noite fria, em um inverno de quatro anos antes da chegada de Vikhy a Eaubat, tem de tudo para ser apenas mais uma noite na vida, ou melhor, na eternidade de Adur. Ele é um vampiro, um bebedor de sangue. E também, imortal. Ele é um sanguinius, nome dado pela língua interstaelar a esses que vagam pela noite eternamente.

Mas Adur não esperava nada demais dessa noite.

Ronen se virou para seu companheiro de caçada, olhando com medo de cima para baixo.

– Tem certeza que ele não sabe de nada, Kenter?

– Tenho, Ronen – disse o mais velho – Vamos pegar ele de surpresa.

Vikhy recebeu essa informação porque ficou observando o passado da região das montanhas do continente oeste, e sabia que Adur teria morrido na noite em que isso aconteceu, mas a agora bruxa resolveu mudar isso.

Não é muito fácil se comunicar com o passado, só com seus ativos, o que na verdade não é o caso.

– "Adur, tem dois caçadores te perseguindo; e eles vão entrar em cinco minutos".

– Quem é você? – mas não teve resposta, ele esperou por isso.

Rapidamente, ele se recostou numa cadeira e saiu do corpo (Vikhy descobriu o porquê era tão importante salvar ele), verificando tudo, a casa e todos os arredores, para finalmente encontrar os caçadores, que não podiam vê-lo.

Adur se acercou deles, e mordeu o mais velho, que engasgou sem conseguir falar.

Ainda que não pudesse gritar, ele cutucou o mais jovem, que tirou um símbolo religioso e fez um sete com o símbolo em pleno ar, e Adur então não conseguiu mais beber o sangue do caçador, soltando o pescoço dele.

– Ele está aqui! – grita o mais velho.

Então, Adur volta ao corpo, vendo qual era o real problema.

– Fé verdadeira,... Obrigado a você que me alertou, seja você quem for – Adur abriu um armário e, sob um fundo falso, havia uma arma.

Ele verificou a arma, estava pronta para o uso, e se ocultou nas sombras ao lado da entrada.

Um barulho alto pode ser ouvido, e os caçadores estavam dentro.

Passaram pelo imortal sem nem notar que ele estava lá, e ele mirou, não podia errar.

Agora, um barulho muito alto pode ser ouvido, e o jovem caiu no chão.

O mais velho estava se virando, quando Adur pegou ele por trás, e cravou os dentes na sua garganta; ele tentou forçar, se soltar, mais o tempo ia passando, e nada das mãos fortes do imortal soltarem seu pescoço e braços.

Então, finalmente, Adur viu que ele não iria mais sobreviver, e soltou. Sua mente estava cheia de rituais religiosos, e do treinamento que ele havia dado ao mais jovem; enfim, era um caçador de uma linhagem, outros viriam para ver o que aconteceu.

Ele morreu sem sangue, e havia também o barulho do tiro.

– "Vou ocultar o barulho do tiro; e você só precisa se livrar dos corpos", ele ouve.

– Santa Causa! O tiro não fez barulho algum! Quem é você?! – Adur se assombra.

Não ouve resposta, e se põe na missão de eliminar os corpos. Primeiro, ele liga para um de seus doadores, e diz a ele que foi atacado, precisa sair da região, mudar de identidade; ele era infiltrado na polícia local, e juntos, eles se livraram dos corpos.

Na noite seguinte, ele dorme durante o dia, Adur acorda vivo na casa do seu doador.

– "Boa noite", foi a primeira coisa que ele ouviu – "Vou me identificar; eu me chamo Vikhy, e estou falando com você do futuro. Não posso falar mais, porque a comunicação é muito difícil com o passado; eu estou investigando os caçadores", disse a nova bruxa, agora já tendo conhecimento da língua dessa região, faz apenas dois meses que ela passou pela nova transformação, deixando de ser vampira.

– Bom, bom – diz ele, sério mas alegre – Se souber de mais alguma coisa, me avise.

Adur nunca tinha ouvido o nome dessa vampira, e imaginou que ela havia vindo de outro mundo, dado o sotaque. Assim sendo, ele começou então a investigar os caçadores, tendo em sua mente as memórias do caçador que ele eliminou.

No presente, Vikhy se solta no sofá, toda suada e tremendo. Ela usou toda a sua concentração para falar essas poucas vezes com o passado e, agora, espera pela visita do imortal que ela salvou.

A campainha toca, ela saca a varinha e vai atender.

(Fim de Capítulo)