Thursday, 18 July 2024

A Técnica

Story

Kyllette

Chapter 2

Krunnke vai a Arda

Em sua mesa na diretoria, a diretora Aspásia se prepara. Anthonius Iha está para chegar, é o que uma de suas velas diz; ela tem uma segunda mesa com várias dessas velas, que estão aí para avisar de visitas inesperadas, ou se as visitas vão mesmo vir.

De repente, O Egípcio está diante dela.

Ele veste uma roupa comum, calça social e camisa de botão.

Tem uma cruz "Tau" no pescoço, feita em ouro.

– Oi – diz ele – Você estava me esperando, não é?

– Estava – revela ela, começando o assunto – Eu estou sabendo que você conseguiu o computador do seu vidente,... e que ele realmente criou uma língua, acho que você fez muito bem em deixar ele fazer, quero dizer, criar essa língua.

– É – ele se senta, enquanto isso – Ele morreu de morte natural, aos sessenta e oito anos. O computador está intacto, e eu sabia a senha. A família dele só me passou o computador porque eu comprovei que sabia a senha dele; eu disse que era parceiro de criações dele.

– Está ótimo – ela oferece um café – Quer um café?

– Acho que vou aceitar; estou com a sensação de que vai acontecer um problema, mas o universo é tão grande que não dá pra saber onde o problema vai acontecer, até acontecer. Entende. Acho que vou receber informações sobre isso, em breve.

E dito e feito, ele ouve uma voz, ela também.

– "Aqui é o Império Cinza" – diz o cinza – "Aconteceu um problema em Eaubat, e precisamos dizer que vocês precisam se apressar no que vocês combinaram de fazer, aqui em Arda. Nós ainda não sabemos o que vocês estão querendo fazer".

– É simples – diz Aspásia, contente – Eu quero (e olha para Erre-agá) que você crie uma maneira de ligar o computador sem que nenhuma pessoa possa saber o que você está fazendo; na verdade, vou usar você como ativo e preparar o que isso realmente vai causar em quem usar.

– Considere isso feito – diz o Deus do Egito – Você já pode testar.

– "Não vai dar tempo de testar" – diz a voz do cinza – "Precisamos da solução urgente".

– Agora, Egípcio, você precisa ensinar isso à nobreza da Inglaterra,... no passado.

– Consigo fazer isso, eu sou velho e sei que o passado pode ser modificado – ele se concentra, e altera o passado. De repente, o cinza solta um "Hmmmh",... e eles começam a ver um holograma do cinza diante deles.

– Era isso mesmo que nós estávamos prevendo,... Vocês escolheram os ingleses,... achava que escolheriam os russos.

– E qual é o problema que está acontecendo em Eaubat?

– Um atentado a bomba,... Estão mudando o passado,... que interessante.

– Temos que impedir isso! – diz Aspásia, com urgência.

– Agora vai ser possível, Aspásia. Você é realmente uma deusa da magia, e fez uma revelação a essas pessoas. O que você revelou?

– Eu manipulei o que Anthonius fez para que eles tivessem essa revelação.

– Você não disse o que foi que você revelou.

– É, não disse – ela se move na cadeira, o cinza está em pé – Vocês resolveram o problema?

– Acabamos de resolver – o cinza não parecia preocupado com a revelação que ela fez.

Anthonius aproveitou que sabia que isso estava sendo feito para aprender o que eles estavam fazendo e, instantes depois, ele agora sabe como modificar o passado como quiser, como se fosse com a tecnologia dos cinzas.

– Achamos que os ingleses estão fazendo contato com outros mundos – é o que o cinza diz.

– Eles podem fazer isso – O Egípcio diz isso com sua autoridade.

– Que assim seja – concorda o cinza – A partir de agora, vamos observar o que vocês estão fazendo. Achamos que tem pessoas mal intencionadas por trás de uma enorme guerra, que começa no início dos tempos.

Anthonius acha difícil ter de esperar as pessoas terminarem o que estão para dizer.

– É, é uma guerra mesmo – revela ele – Mas eu estou propondo um jogo.

– Interessante, isso – continua o cinza, pensativo – Estou considerando que você está na guerra.

– Mais ou menos – é o que diz Anthonius – Nós estamos investigando O Jogo, como uma alternativa para a guerra, e para que a guerra termine, porque quando as pessoas estão "jogando" podem estar cooperando, e não, pensando em "eliminar" inimigos.

– Bom – diz o cinza – Agora, vou voltar para a órbita; estaremos de olhos abertos.

– Como é que eu entro em contato com vocês? – quis saber Aspásia.

– Basta dizer em voz alta, porque nós já sabemos quem você e Anthonius realmente são. Vamos acompanhar a história de vocês.

– Você tem um nome, que eu possa saber? É estranho conhecer você sem saber seu nome; pode ser o nome comum.

– Kenerales Plypa – revela o cinza – Agora, vocês vão saber de muita coisa; os ingleses vão procurar vocês. Estamos sabendo que eles estão se tornando um dos povos da magia, e é ao contrário, o que vocês fazem agora está mudando o passado deles.

– Obrigado pelas informações, Kenerales – agradece O Egípcio.

– A situação em Eaubat está resolvida, então? – quer saber a diretora.

– Está – foi a resposta dada pela general. Ela fez uma saudação, se inclinando de leve, e sumiu.

– Eles fazem a mesma coisa que você, Anthonius; desaparecem, e aparecem em outro lugar.

– Vou te ensinar a fazer isso,... isso se chama "aporte".

A Inglaterra recebe o contato, e começa a se expandir a partir de 2020, com a ajuda das donzelas. Na verdade, elas são super guerreiras. Anthonius descobre que elas decidem não criar uma escola delas nesse mundo, por um motivo ainda sem explicação.

Aspásia começa a pensar nos limites do que um aporte pode fazer.

Ela está planejando expandir a Nação da Magia, e essa técnica é essencial, pra dizer na língua.

Além disso, O Egípcio está servindo como seu "ativo".

Mas sabe que os seis anos de treinamento em Avvoya não são o bastante.

Ele vai saber de muito mais coisas do que um ativo usual.

– Precisamos ter mais uma conversa, Anthonius.

– Você vai dizer que terminou de estudar a outra linha do tempo.

– Era o que eu ia dizer,... você não sabe esperar as pessoas dizerem o que querem dizer.

– Achei que você não iria se importar.

(Fim do Cap 2)

Sunday, 14 July 2024

Ecos da Nova língua

Story

Kyllette

Chapter 2

Krunnke vai a Arda

Depois de pensar um pouco, ele decidiu aonde deveria ir, Avvoya. Ele tem uma capacidade única, de se projetar onde quiser, e foi por isso que ele estudou o básico de navegação, faz muito tempo.

– Identifique-se! – foi o que ele ouviu.

Ao começar a projeção, viu um mundo muito bonito visto de fora, com uma lua enorme e rachada, ah, e oca.

– Rha – foi o que ele disse, em resposta.

– Erre-agá do Egito! Nós temos Egito em nosso mundo! Os egípcios vão ficar muito felizes. Algum motivo especial para a visita?

– Vim apenas visitar uma amiga – ele pensa sobre ela.

Entrou no mundo, em projeção, e foi direto para o ocidente, onde é o Egito.

– Erre-agá! – é o que o navegador diz – Bast vai ficar muito feliz! Você trouxe um presente,... deixe-me ver. Ah, parece um coloridor de lábios, mas esse não tem cor, não é? Pra que serve. Para proteger os lábios de rachaduras na época de frio. Aqui, pode me entregar, e eu mesmo vou entregar a ela. Você precisa de alguma coisa? Ah, tem um mundo, em uma outra galáxia, e se chama Eaubat. Devemos ir a este mundo, mas vamos ter apenas quarenta anos, e devemos nos encaixar na região produtora de vinhos, no oeste do mundo,... Vamos nos preparar, obrigado.

O Egípcio saiu da sintonia, e voltou para a órbita, mas teve uma surpresa.

– Rh, aqui é Bastet – diz a deusa gato – Adorei o presente! Você estava desaparecido, mas eu sabia onde você estava todo esse tempo. Era eu que dizia aos deuses que você ainda existia, Toth confiou em mim para dizer isso a todos. Vou te enviar uma ajuda especial, a seus protegidos. Já estou sabendo da escola, mas ainda não sei porque carrega o seu nome atual, Iha. Da próxima vez que vier, vou te mostrar a Cidade. Você quer a minha ajuda para enviar cinco castelos ao mundo de Eaubat, na outra galáxia, para ser a escola daquele mundo. Sem problema. Espero pela sua próxima visita, e bom trabalho.

Ele, então, saiu da sintonia e voltou a Arda sem demora.

Todo o tempo, ele sentia que a guerra estava a espera de se revelar, mais uma vez. Ainda sabia ele que os capítulos estavam se acumulando, e nada de encontrar um final feliz, e ele queria que fosse uma história assim, não uma tragédia.

Estava investigando esse mundo, Eaubat parecia pronto para uma visita, mas evitou fazer isso agora.

Só por precaução, iria fazer tudo certo, sem passar pelos problemas que já teve em Arda.

*

A diretoria fica em um castelo, e não é um castelo qualquer, foi presente de Avvoya.

Dentro da sala da diretoria fica um número de bacias usadas por mulheres videntes para ver o que precisa ser visto.

Elas todas ficam em silêncio, só falando quando tem alguma revelação importante a fazer.

Aspásia é a diretora, ela é uma mulher de uns trinta anos, branca e de cabelos castanhos, muito interessada agora no material impresso que O Egípcio enviou a ela para ela analisar; uma língua, uma nova língua, diferente da língua dos bruxos, essa era a língua das princesas.

Tem três mil palavras, por enquanto, ou seja, ainda não é uma língua propriamente dita.

– Vou te enviar o arquivo da nova língua – foi o que Anthonius havia dito.

– Mande; eu vou imprimir – disse a diretora.

*

Saturday, 6 July 2024

Krunnke vai a Arda

 Story

Kyllette

Chapter 2

Krunnke vai a Arda

Era uma manhã bonita de inverno, e Anthonius Iha estava em seu escritório, quando ouviu um barulho. Era uma voz. Ele não identificou o que ele estava falando, de início, até identificar que era um homem, falava a língua de Avvoya.

O homem, um horrendo e grande meio-coisa, estava falando que sua filha havia morrido.

Ela foi sua companheira por cinco mil anos, ele não tinha nada com ela, era andarilho e ela também, no reino de Tachipaddas, centro do mundo, Avvoya.

Krunnke era o nome dele, sua filha morrera de morte aparentemente natural, e seu filho com uma doppelgangger estava desaparecido, fazia setente e quatro anos, e o meio-coisa não sabia mais o que fazer.

Pediu uma bênção a Anthonius, para ter mais uma filha.

Isso, e começou a chorar, sem ter mais o que fazer.

Rha entrou em contato com os guardiões, sem mais espera.

– Já identificamos eles; eles são uma ordem secreta, que está em quinze mil mundos, e estão eliminando os herdeiros de Avvoya.

– Vou resolver isso então, e muito obrigado, guardião – foi a resposta de Anthonius.

O Egípcio, então, localizou com projeção todos os membros dessa ordem.

Ele queria descobrir o porquê estavam fazendo isso, mas não conseguiu a informação.

O Deus desfez tudo o que eles haviam feito, libertou o filho de Krunnki, que imediatamente parou de chorar, dizendo que sabia que o Deus estava resolvendo, e que sabia onde estava seu filho; ele continuou, torturando os membros da ordem, repetindo quinze mil vezes a frase: – "Você é um merda!", e eles desistiram de fazer o que estavam fazendo – a filha de Krunnke estava em Avvoya, viva novamente.

Krunnki chorou, soluçando um: – "Iyalaloui",... – essa era a língua que ele e sua filha usavam, significa "Obrigado!".

O imortal fez uma saudação, e foi embora do plano do Sonho de Arda, de onde falava com O Egípcio.

Anthonius reviveu todos os herdeiros de Avvoya, e a ordem perdeu o status de "ordem". Isso faz com que todos os membros se esqueçam de tudo o que sabiam, tudo o que a ordem fazia, eles haviam sido punidos.

Só pra saber, O Egípcio começou a procurar quem era o alvo deles.

Mas bem, sem saber o que a ordem sabia, não tinha como saber quem era o verdadeiro alvo, ele tinha certeza de que era uma pessoa muito importante, que muito provavelmente havia sido profetizado para fazer alguma coisa que a ordem descobriu o que era, e quis impedir.

Agora, tinha que procurar essa pessoa, e proteger.

*

Friday, 5 July 2024

Bom dia, língua

 Oi! Este é o meu blog.

Aqui eu publico histórias, e estou criando uma série de línguas.

As línguas são todas para minha ficção.

Venho aqui hoje para publicar a idéia principal sobre Verbos, e os pronomes, para uma delas.

A língua-projeto se chama Origa, que significa uma "princesa bruxa".

Nessa língua, Verbos são positivos por padrão. Então, temos uma "partícula" para determinar um Verbo negativo, e a forma de dicionário já é o Verbo conjugado, não precisando de conjugar por pessoa ou número.

A partícula "eg" forma Verbos na negativa, mas precisa também de uma maneira de formar o "infinitivo", que não é a forma que você vai encontrar. Assim sendo, a partícula "og" forma o infinitivo.

iyog –– fala, falamos

eg iyog –– não falo, não falamos

og iyog –– falar

Também, das anotações sobre a língua, temos a idéia de que não temos Tempo Verbal.

Assim, a língua não tem o raciocínio de linha do tempo, como no português ou no inglês, e o raciocínio é construído de outra maneira. É importante saber que existe o equivalente de conjugação, como vemos a seguir.

Prova –– g, geann, anna

Imaginário –– (th/l)emma

Projeção –– aer, yr

Prática –– t(h), dt, (o)ch

Teórica –– ich, nda (ou: nde)

Interrupção –– ga/gust

Poder –– (a)d

Convite –– (e)sh

Provável –– eine

Provável Negativo –– ei, en, einn(en)

Provável Conetivo –– che

Expectativa –– (e/n)s

Essas opções foram desenvolvidas para a língua Origa, mas nossa história acontece em um outro mundo, Eaubat. O mundo de Eaubat tem várias línguas, que se acotovelam para formar um cenário de tradutores traidores, é muito difícil ser tradutor.

Estamos começando nossa história, e a língua também.

Se você chegou aqui por acaso, saiba que criamos um jogo chamado Conlang Wars, em que os Grupos que jogam as histórias disputam espaço na internet para a divulgação das línguas que os grupos estão criando, e o jogo se chama Arkkana.

Eu tinha desenvolvido um esquema complexo de artigos, mas vou deixar de lado.

A forma básica do artigo é "de", indicativo e sem gênero. Depois de saber disso, você também vai querer usar o artigo formal "dha", que indica também um belo nível de "humildade" por parte do falante; isso quer dizer que pessoas muito importantes vão usar "de".

Pronomes

ea(h) – eu (normal) – eyyad – eu (modesto)

bot – eu (masc) – yd – eu (fem) – meh – me, mim (reflexivo), ou: meh-i

deach – você (normal) – tou – você (hon)

kyr – ela – gir – ele – se – isto/isso (normal) – der – ele ou ela (normal – sg)

mah – nós (normal, formal) – ossa – nós (modesto)

kyet – vocês (normal) – moh – vocês (respeito)

teat – eles, ou elas (sg)

E por enquanto, é isso.

Isso é o que eu tenho da língua, versão final, até agora.

Vamos ver o que os jogadores vão dizer.

Eu venho criando a língua faz cinco anos, mas não estou considerando nada dela pronto. Vai depender de história jogada. Vai ser o grupo de jogo que vai decidir como a língua vai ser, de verdade.

Tenho 2 jogadores até agora, e vaga para mais uns 2 jogadores.

Quero saber o que eles pensam sobre a língua.

Se fizerem algum comentário muito importante, eu deixo vocês saberem. Não pretendo manter um diário de criação, apenas vou me concentrar em criar a língua por causa do Conlang Wars, a disputa entre os grupos que jogam o nosso jogo.

O meu grupo é o Grupo Zero, ou Equipe de Criação.

Saudações aos outros grupos que jogam.

A língua provavelmente vai ter "Kasus", estou definido eles ainda.

E por agora é só, fique ligado/a.

Thursday, 4 July 2024

A Magia mais bela

 Story

Kyllette

Chapter 1

Quartle

Valdyr se viu diante da mulher mais bonita que ele já viu, e ela estava falando alguma coisa, ele não conseguia se concentrar. Ficou uns dois minutos até enfim se acostumar com a beleza dela, antes de conseguir responder.

– Você é o líder da Nação da Magia? – foi o que ele ouviu.

– Ehr, não. Não, eu sou só um bruxo que fui escolhido para criar uma escola de magia – Valdyr não sabia porque ele estava respondendo, era segredo! Mas aí está a mulher, e aí estão as respostas, sabendo que não tinha autorização para falar sobre isso.

– Quem é o líder da Nação da Magia? – ela quis saber.

– Ele se chama Achpdor,... quem é você?

– Eu sou a Deusa da Magia, e muito obrigado pelas respostas.

De repente, ela não estava mais ali. Valdyr olhou ao redor, estava em um bar. Nenhuma pessoa parecia ter percebido que ela surgiu do nada, e saiu dali sem nem mesmo dizer tchau; ele volta à sua bebida, totalmente desconcertado.

*

Achpdor estava saindo de um transe muito estranho, e viu a mulher diante dele.

– Você é o líder da Nação da Magia? – quis saber a mulher.

– Sou – porque ele respondeu? – A quem devo a honra de receber em minha casa, sem avisar?

– Eu sou a Deusa da Magia – ela viu que ele era um homem muito bonito, bonito e hétero – Vou precisar de algumas informações.

– Deusa da Magia? Faz sentido,... – ele sentiu o que ela pensou, e deu um sorriso sem mostrar os dentes.

– O que vocês estão querendo em nosso mundo?

– O objetivo da Nação da Magia é levar educação mágica ao máximo de mundos possível, e vamos fundar escolas neles.

– Mas você é um vampiro,... – ela ficou em dúvida sobre o que estava vendo.

– Sou, ehr, agora sou. Um novo tipo de vampiro, o vampiro egípcio.

– E pode fazer magia? Isso é novidade,...

– Isso mesmo! Mas,... o que você vai me ensinar em troca das informações?

– Vou te ensinar o que é o Sabbá das Bruxas – ele sentiu a magia dela.

Eles ficaram juntos, um foi atraído pelo outro sem demora. A Magia ensinou a ele o que devia murmurar durante o sexo, e ele aprendeu logo que o Sabbá das Bruxas era uma série de segredos, teve que prometer não dizer a nenhuma pessoa, só a bruxas.

O encontro foi tão importante que, longe dalí, em Arda, um mundo de outra galáxia, Anthonius Iha percebeu o que estava acontecendo. Ele rapidamente pensou no que faria, e deu um grimório à Deusa da Magia de Eaubat, um livro com um milhão de magias anotadas.

– Biset! – disse a Deusa, e o livro se mostrou a ela.

– O que é isso? – quer saber Achpdor.

– Acabei de receber de presente, do Deus que guia vocês da sua nação.

– Ah, O Egípcio,... E o que é "Biset"? – ele pergunta.

– É o nome do livro – ela previu um monte de problemas, vendo eles na linha do tempo; principalmente, uma série de rituais de magia negra – Não diga a nenhuma pessoa esse nome. Estou prevendo problemas no futuro, e nada do que eu vejo é muito bom, não.

– Pode me revelar? Eu participo de resolver problema de vários tipos, na Nação.

– Me ajude a interpretar as visões, então.

..,. (Fim do Cap 1)

Wednesday, 3 July 2024

O Castelo sob o Luar

 Story

Kyllette

Chapter 1

Quartle

Aqui em Sasshi, capital das Ilhas do Leste, existem passagens para a continuação dessa cidade, planos, também chamados de dimensões, e neles existe um enorme número de vilas. O monge saiu do mosteiro, com sua mochila, pela manhã, em direção a uma dessas vilas. Ele conseguiu essa informação usando o chá, o nome dessa vila lhe veio claramente, e ele decidiu ir.

Chegou, era mais ou menos seis horas da tarde, decidindo ir a um castelo abandonado para descansar.

Mas logo que ele entrou, tirando a mochila das costas, ouviu um barulho.

– Tem alguém aí? – pergunta ele, preocupado.

Kenji entra para a próxima sala, e é surpreendido por uma pessoa, que ataca o monge sem falar nada, apenas balbucia um "Ërhhh",... e tenta morder o monge, que também é artista marcial, saindo do ataque rapidamente.

O monge troca socos com o atacante, que sempre tenta lhe morder.

Ele consegue sair da sala, e vai pegar seu bastão.

Ali, à luz do luar, deu pra ver que é uma pessoa morta, que avança para atacar de novo.

Com o bastão, Kenji consegue dar um golpe fatal na criatura. Seu golpe foi tão certeiro que afundou a cabeça do atacante, depois ele dá mais um, depois mais um, e por fim ele caiu no chão, sem se mexer mais.

– O que é você, criatura?! – duvida o monge – e decide investigar o castelo.

Alguns minutos depois, com uma fogueira improvisada na primeira sala, Kenji, que já adotou o nome como seu, se prepara para dormir, mas não consegue. Ele fica preocupado com o corpo do atacante, uma criatura que ele matou, vai sepultar ela de manhã.

Quando se levantou, era alvorada, e fazia um pouco de frio.

Era um corpo morto e podre, que estava no canto, onde ele o colocou.

Tinha um identificador, um colar com uma plaquinha, que dizia: "Persona grata". Kenji agradece por ser monge, porque entendeu a língua, e sabia o que isso queria dizer. Investigando o castelo, viu que havia um alçapão aberto na outra sala, com uma escada.

Antes de descer, ele mormura: – "Amicus", e entra.

É uma sala subterrânea, uma caverna.

Muito bom com coisas e idéias complicadas, ele rapidamente localiza a passagem secreta, mas é uma parede que parece ser da caverna; sabendo que não é isso, ele conclui que magia seria, e ele precisava jogar sangue na parede.

Tirou sua faca, e cortou seu monte do amor, a parte da mão esquerda que iria entrar em contato com aquela parede, ou passagem.

Encostou na rocha, seu sangue, e a passagem se abriu.

Dentro havia uma outra sala, com as bolas de iluminação nas laterais. Ele balança as bolas, e elas emitem luz. Aí dentro, ele encontra uma pequena redoma, que parece não querer se abrir para qualquer um.

"Ah",... ele se lembra: – Amicus! – e a redoma se abre devagar.

Há uma caixa pequena e comprida dentro; ele pega a caixa, e vai embora dalí. Ao sair, já era dia, e pegou sua mochila e se preparou para fazer a viagem até a vila, objetivo da sua viagem.

*

Flux

 Story

Kyllette

Chapter 1

Quartle

Sentado em seu escritório, Anthonius Iha sabe que vem vindo notícias preciosas no futuro. Ele é presciente. Saber as coisas é um dom, mas como ele sempre diz: – "O que importa é o que você faz com o que sabe", e ele se prepara.

– "Eu sou monge, e sou do mundo de Eaubat".

– Hmmmh,... de onde você é nesse mundo? Digo, de que região?

– "Sou das Ilhas do Leste" – diz o monge, prontamente.

– Vou dar a você o nome de Kenji – diz O Egípcio – É um nome que você vai aprender sobre ele depois.

– "Eu gostei" – diz ele – "Soube que você entrou em contato com um bruxo. Ainda não sei quem ele realmente é, mas posso fazer isso depois. Nós monges temos conhecimento para guiar as pessoas, e é isso que devíamos fazer".

De repente: – "Aqui é um jovem, do mundo de Eaubat".

O Egípcio fica atento, falar com mais de um observador ao mesmo tempo exige esforço de pensamento de qualquer um.

– E como você descobriu como falar comigo?

– "É, foi um monge que nos ensinou, hoje. Nós somos três".

– Você sabe que vocês são bruxos? – previu o deus.

– "Não, não sabíamos" – e continuaram – "O que nós devíamos fazer?"

– Digam em voz alta que querem ir para a escola de magia de Iha.

– "Vamos fazer isso agora, então" – diz o jovem bruxo.

Anthonius esperou, um pouco, pela observação dos jovens bruxos, mas teve uma surpresa.

– "Erre-Agá, aqui é a nobreza da Nação da Magia de Eaubat. Como você tem coragem de dizer a jovens que eles são bruxos sem ter certeza? Mas nós fizemos o teste, e eles são bruxos mesmo; dois garotos, e uma garota, são bruxos".

– Segui minha intuição,... O que vocês estão precisando?

– "Vamos pensar sobre o que precisamos, e depois nós te avisamos então".

De repente, outra interferência, uma voz grave e sussurrante.

– "Então, vocês estão fundando uma escola",... – disse ele.

– Acho que você é mau,... É o que eu sei sobre você. O que você realmente é? Revela.

– "Sou um ocultista" – mas Anthonius já conhece essa desculpa.

– Sei,... em noventa por cento das vezes, ocultista é como os demonistas se identificam. Você é um demonista, então.

– "Como é que você pode saber disso? Sem nem mesmo me conhecer",...

– Viram porque insistimos em não nos identificar, gente?

– "Aqui é o Kenji. Não se preocupe com ele. Fluxo é tão sublime, vem do alto dos planos laterais, de depois do Sonho, que ele não vai querer usar isso de novo de maneira nenhuma; pode acreditar" – revela o monge a Anthonius.

– "Eu vou criar uma escola também" – é o que o demonista disse – Vai se chamar Chantry. E também, vamos ter uma língua especial,... não vou revelar a língua a vocês",... – Anthonius olha para seu dicionário de latim, bastante desconfiado – Você tem o dicionário?! Não importa; não vai conseguir entender o que nós vamos falar, e vocês vão ter dificuldade de nos entender".

Anthonius descobre qual é o segredo, mas não olha para o outro dicionário.

– "Mas o que é isso?!" – diz o demonista – "Eu quero parar de observar, e não consigo".

– "Aqui são os três jovens bruxos, e nós fomos aceitos na escola!", diz o jovem – "O fluxo está acabando,... não vamos tomar mais".

– "Que bom! Agora estudem bastante; suas famílias também vão ter treinamento".

Eles pararam de observar porque acabou o Flux, e o monge interferiu.

– "Viu? Ele não quer mais saber de fluxo" – revela ele, e eles ouvem o demonista.

– "Não tenho nenhum controle sobre essa substância,... Não quero mais saber disso!"

Mas instantes depois o fluxo acabou, indicando que ele ouvira toda a conversa.

– "Aqui é Kenji. O que você precisa que eu faça"?

– Estamos investigando o seu mundo,... Não sei ainda o que vai acontecer, mas vou descobrir.

– "Então, vou estar observando de vez em quando".

E o Flux acabou, ao mesmo tempo em que a nobreza parou de observar.

Anthonius Iha se recosta na cadeira de braço, esperando por informações sobre Eaubat. Ele conclui que vai ter que procurar o Império Cinza, porque só os cinzas vão saber o que ele está precisando, o porquê Eaubat é importante.

Ele pega um cigarro e acende, e se levanta para andar. Tem o hábito de andar pelo quarto, apesar de pequeno. Isso ajuda a desenvolver o pensamento, ele tem que descobrir porque estão entrando em contato com ele vindo desse mundo em específico.

Agora está na hora do café da tarde, e ele vai para a cozinha.

*